<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551</id><updated>2012-02-17T02:30:45.173-02:00</updated><category term='Resenhas'/><category term='Bandas'/><category term='Alta Fidelidade'/><title type='text'>resenhando</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-8911541339031148053</id><published>2011-03-23T15:20:00.006-03:00</published><updated>2011-04-10T12:55:38.899-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alta Fidelidade'/><title type='text'>Os melhores de 2010</title><content type='html'>Em uma época de downloads, de discos vazando na internet antes de seu lançamento oficial, as gravadoras adotaram uma medida que serve mesmo apenas para colecionadores: edições especiais (e limitadas) dos CDs, além de músicas bônus para diferentes continentes – já faz tempo que isso era uma exclusividade do mercado japonês. Hoje em dia, versões digipack trazem uma faixa a mais do que as tradicionais (jewel case), ou até mesmo (e às vezes inclusive) um DVD como disco extra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-T2eODGy6IDI/TaHRqYou1jI/AAAAAAAAAbY/XeVpxLCcVas/s1600/melhores2010.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 232px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593982738268870194" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-T2eODGy6IDI/TaHRqYou1jI/AAAAAAAAAbY/XeVpxLCcVas/s400/melhores2010.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, por exemplo, grandes redes como Wall Mart e Best Buy adquirem exclusividade no lançamento de CDs ("Black Ice", do AC/DC, e "Sonic Boom", do Kiss, são bons exemplos), e até algumas menores, como a Target, costumam entrar na jogada ("Order of the Black", do Black Label Society, foi paparicado por esta e também pela Best Buy, como você poderá ler algumas linhas mais abaixo). Outra prática que vem sem tornando comum são os combos. Ou o fã tem a chance de comprar um pacote de luxo com o DVD (normalmente duplo) e o CD (duplo ou triplo) – Helloween, Lacuna Coil, Nevermore e Pain of Salvation já tiveram trabalhos lançados assim – ou só adquire o áudio se comprar o pack, pois apenas o DVD é vendido separadamente – exemplo de "'In Live Concert at the Royal Albert Hall", do Opeth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso sem contar o iTunes, que disponibiliza faixas exclusivas ou até mesmo EPs (como os da série iTunes Festival, de shows gravados em Londres que já contaram com Europe e Ozzy Osbourne, por exemplo). Assim, ao fim de cada resenha você encontrará um "curtinhas" explicando a particularidade de cada disco. Não pretendo ser 100% exato, mas sim ajudar da melhor maneira possível o leitor que, por acaso, for fã de alguma das bandas ou artistas abaixo – e que fique bem claro: as resenhas não detalham os CDs de cabo a rabo. Apenas dão a deixa para que você os escute por inteiro e tire as suas conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim! Por que uma lista de melhores do ano com 12 discos em vez dos tradicionais dez? Bom, o ano tem 12 meses, e os quesitos DVD, CD ao vivo e CD off metal são um caso à parte. Encarem como um bônus. Uma das razões por que, apesar da demora, resolvi escrever tudo isso colocando o sentimento para fora. Se eu gostei, então há uma babação de ovo mesmo. E recheada de muitos adjetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/os-12-melhores-cds-de-2010.html"&gt;Os 12 melhores CDs de 2010&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/o-melhor-dvd-de-2010.html"&gt;O melhor DVD de 2010&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/o-melhor-cd-ao-vivo-de-2010.html"&gt;O melhor CD ao vivo de 2010&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/o-melhor-cd-off-metal-de-2010.html"&gt;O melhor CD off metal de 2010&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/o-melhor-show-de-2010.html"&gt;O Melhor show de 2010&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-8911541339031148053?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/8911541339031148053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=8911541339031148053&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/8911541339031148053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/8911541339031148053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/os-melhores-de-2010.html' title='Os melhores de 2010'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-T2eODGy6IDI/TaHRqYou1jI/AAAAAAAAAbY/XeVpxLCcVas/s72-c/melhores2010.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-2766249068018997046</id><published>2011-03-23T15:02:00.034-03:00</published><updated>2011-04-16T14:46:45.068-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alta Fidelidade'/><title type='text'>Os 12 melhores CDs de 2010</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-iCSP68j4hpw/TYrtYsLOR4I/AAAAAAAAAbI/-PvXFWR9duM/s1600/2010blacklabelsociety_orderoftheblack.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587539296137398146" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-iCSP68j4hpw/TYrtYsLOR4I/AAAAAAAAAbI/-PvXFWR9duM/s320/2010blacklabelsociety_orderoftheblack.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;BLACK LABEL SOCIETY&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Order of the Black&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saída da banda de Ozzy Osbourne fez muito bem a Zakk Wylde, que vinha devendo um disco à altura do seu talento. O último trabalho digno de aplausos foi "The Blessed Hellride", de 2003, e com "Order of the Black" ele colocou a casa em ordem. Com as atenções voltadas somente ao Black Label Society, o guitarrista guardou toda a sua inspiração para um álbum espetacular – e, diga-se de passagem, ajudou muito a troca de Craig Nunenmacker por Will Hunt (Evanescence), um batera muito mais inspirado. Infelizmente, Amy Lee resolveu voltar a trabalhar, e Hunt já deixou o BLS, dando lugar a Johnny Kelly (ex-Type O Negative).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O começo do CD é simplesmente arrasador, com a trinca "Crazy Horse", "Overlord" e a espetacular "Parade of the Dead". "Darkest Days", que poderia muito bem estar em "Book of Shadows", muda o clima sem deixar a peteca cair. Daí para frente músicas mais calmas, como a bela "Time Waits for No One", a emotiva "Shallow Grave" e a acústica "January", casam perfeitamente com um heavy metal da melhor qualidade. Que o digam "Black Sunday", "Southern Dissolution", "Riders of the Damned" e a excepcional "Godspeed Hellbound". Fácil, fácil o melhor disco de rock pesado de 2010. E, sim, Wylde está tocando como nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: "Order of the Black" é o campeão de versões diferentes nos quatro cantos do mundo. Para começar, saiu com capas diferentes nos Estados Unidos (a que está aqui no blog), Europa, Japão e Brasil. Nos EUA foram lançadas três versões do disco. Como diria Hannibal Lecter, vamos por partes. a rede Target lançou uma edição com DVD bônus de 50 minutos de duração, tempo que Zakk Wylde leva para explicar cada uma das 13 faixas, tocar "The Last Goodbye" (do álbum "Shot to Hell", de 2006) ao piano e mostrar o seu estúdio particular, o espetacular The Bunker.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Best Buy não ficou atrás e colocou no mercado a sua versão exclusiva: embalado num box de papelão, o CD vem acompanhado por uma camisa (a estampa é a capa do disco) e dois bônus: "Junior's Eyes" e "Helpless", covers do Black Sabbath e Neil Young, respectivamente. Para terminar a parte americana, a edição regular, sem nenhum atrativo. No Japão e no Brasil o extra foi "Junior's Eyes", e na Europa, "Can't Find My Way Home", do Blind Faith. Em formato digital, exclusivamente para a Amazon, temos "Bridge Over Troubled Water", de Simon &amp;amp; Garfunkel.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nlJlf-ygzQc/TYrsRuykhFI/AAAAAAAAAaQ/37SbeOMxzzQ/s1600/2010helloween_7sinners.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587538077068592210" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-nlJlf-ygzQc/TYrsRuykhFI/AAAAAAAAAaQ/37SbeOMxzzQ/s320/2010helloween_7sinners.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;HELLOWEEN&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;7 Sinners&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejamos sinceros: o bom humor e um horizonte musical mais amplo não são comuns à maioria do público que curte heavy metal. Só isso explica a maneira como "Unarmed: Best of 25th Anniversary" foi recebido por grande parcela dos fãs do Helloween. E também pela crítica especializada. Se estes não souberam apreciar um ótimo disco de releituras de clássicos, então podem rasgar seda para "7 Sinners". O quinteto alemão prometeu e cumpriu: seu novo disco é uma porrada na cara. Pesado, agressivo e absurdamente empolgante. "Where the Sinners Go" abre os serviços trazendo estes elementos, mas sem precisar ser aquela faixa de abertura com dois bumbos no talo. "Are You Metal?", o primeiro single, é coisa de gênio. Andi Deris poderia ter facilmente caído no clichê, mas acabou escrevendo um verdadeiro hino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vocalista, aliás, compôs sozinho quase metade do CD – todas as músicas são de autoria de um único integrante, e Sascha Gerstner (guitarra) e Markus Grosskopf (baixo) participaram mais do que habitual. Tanto quanto Michael Weikath (guitarra). A formação estabilizada (o excelente batera Dani Löble se juntou à banda em 2004) pode ser apontada também como responsável por um trabalho homogêneo. "Who is Mr. Madman?" (continuação de "Perfect Gentleman", hit de "Master of the Rings", de 1994), "Raise the Noise" (com um solo de flauta do convidado Eberhard Hahn), a rapidíssima "Long Live the King", "The Smile of the Sun" (o hit da vez escrito por Deris) e a épica "Far in the Future" se destacam facilmente, mas "7 Sinners" é um discaço do início ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Na Europa, a versão digipack tem como bônus a música "I'm Free", que saiu como lado B no single "Are You Metal?" no Japão. A Terra do Sol Nascente, aliás, ganhou "Faster We Fall" como extra, canção que está disponível para download no iTunes alemão. "Aiming High" foi lançada apenas digitalmente, podendo ser baixada no iTunes germânico e no japonês. A versão brasileira de "7 Sinners" contém apenas as 13 músicas regulares do CD.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QGP-VZbN0ms/TYrrwUPmkGI/AAAAAAAAAZ4/lLBXBdiQnPk/s1600/2010accept_bloodofthenation.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587537503006920802" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-QGP-VZbN0ms/TYrrwUPmkGI/AAAAAAAAAZ4/lLBXBdiQnPk/s320/2010accept_bloodofthenation.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;ACCEPT &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Blood of the Nations&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira tentativa não deu certo. Apesar de "Eat the Heat" (1989), com David Reece nos vocais, não ser de todo ruim, também não é um trabalhoque desperte reações inflamadas dos fãs Para o bem ou para mal. Duas décadas depois, aqueles que acreditavam não haver vida no Accept sem UdoDirkschneider tiveram de dar o braço a torcer. Com Mark Tornillo (T.T. Quick) assumindo o microfone, e Wolf Hoffman (guitarra) e Peter Baltes (baixo),as rédeas nas composições, a banda lançou um disco fenomenal – Herman Frank (guitarra) e Stefan Schwarzmann (bateria) completam a formação. "Blood of the Nations" está longe de ser um trabalho que vai revolucionar o heavy metal, mas é um disco do estilo em estado bruto sem soar reciclado. Ele soa moderno sem que esta palavra tenha conotação pejorativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro single, "Teutonic Terror" serviu para dar um gostinho de quero mais, e a audição completa do CD prova que Tornillo não apenas é o substituto ideal de Dirkschneider, como deu novo gás ao grupo. "Beat the Bastards Down", que abre os serviços, é arrasadora. Assim como "Locked and Loaded", "Kill the Pain", "Bucket Full of Hate" e a faixa-título. "Shades of Death" é outro destaque, com um trabalho de orquestração simples e eficiente que dá outro sabor ao disco. "Blood of the Nations" é, na verdade, um trabalho para ser ouvido sempre da primeira à última música. Sem pular nada. Sem parar. E inúmeras vezes. É excelente do começo ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: A versão mais bacana é o boxset lançado pela Nuclear Blast e limitado a 500 cópias. Além do bônus "Time Machine", também presente na versão digipack, o CD vem acompanhado de um bandeirão, que reproduz a capa do disco, e uma parte enhanced com os clipes de "Teutonic Terror" e "Pandemic". Para não ficar muito atrás, o Japão também ficou com a faixa "Time Machine" e levou outra de lambuja: "Land of the Free". No Brasil, nem uma coisa, nem outra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LHEIuUNudUA/TYrsY5iHDxI/AAAAAAAAAaY/H8wC-zV0juA/s1600/2010kamelot_poetryforthepoisoned.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587538200211427090" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-LHEIuUNudUA/TYrsY5iHDxI/AAAAAAAAAaY/H8wC-zV0juA/s320/2010kamelot_poetryforthepoisoned.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;KAMELOT&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Poetry for the Poisoned&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução do Kamelot ao longo dos últimos dez anos fez com que a banda americana atingisse o mais alto degrau no heavy metal contemporâneo.Com a obra-prima "The Black Halo", provou que existe vida inteligente dentro do melódico (ou do power metal, como queiram), mostrando que será difícil não incluí-la na lista de melhores do ano sempre que soltar um novo disco. "Poetry for the Poisoned" acerta novamente em músicas muito bem trabalhadas, sem apelar para autoindulgência, e arranjos de extremo bom gosto. Além disso, traz um time de convidados de primeira linha, todos em músicas que figuram tranquilamente entre as melhores do CD. A canção de abertura, "The Great Pandemonium", conta com os préstimos de Björn "Speed" Strid (Soilwork), cujos vocais guturais fizeram um belo contraponto ao sempre excelente Roy Khan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simone Simons (Epica), que já é de casa, brilha mais uma vez ao lado de Khan em "House on a Hill" e nas partes dois e três da faixa-título – o que ela canta é brincadeira! Gus G. (Ozzy Osbourne) faz um ótimo solo em "Hunter's Season", mas, no fim das contas, o grande destaque fica por conta de Jon Oliva, o eterno mentor do Savatage, em "The Zodiac". É ele quem a deixa espetacular com uma interpretação primorosa. Disparado a melhor do disco. Mas "Poetry for the Poisoned" tem vida própria, como mostram "If Tomorrow Came", "Seal of Woven Years" e "Once Upon a Time", provas irrefutáveis da maturidade e personalidade do Kamelot. E a saída do baixista Glenn Barry para o retorno de Sean Tibbetts em nada alterou o caminho que o grupo vem trilhando com sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: "Poetry for the Poisoned" saiu na Europa num digipack bem bacana. Além do bônus "Where the Wild Roses Grow" (cover de Nick Cave), a versão vem com um DVD que traz, entre outras coisas, entrevistas com os integrantes, o clipe de "The Great Pandemonium", galeria de fotos e uma versão sem cortes de "House on a Hill". No Japão, a faixa extra é a instrumental "Thespian Drama", que saiu também como lado B de um vinil 7" que acompanha com o CD numa edição limitada. A versão nacional saiu simples.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FsiYANM3qhM/TYrr5Jh0HZI/AAAAAAAAAaA/46G3jbMcKgk/s1600/2010blackcountrycommunion_blackcountry.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587537654749339026" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-FsiYANM3qhM/TYrr5Jh0HZI/AAAAAAAAAaA/46G3jbMcKgk/s320/2010blackcountrycommunion_blackcountry.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;BLACK COUNTRY COMMUNION&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Black Country&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui temos mais um daqueles supergrupos que surgem ano a ano, mas a chance de a união de Glenn Hughes (baixo e vocal), Joe Bonamassa (guitarra), Jason Bonham (bateria) e Derek Sherinian (teclados) dar errado era, sejamos honestos, muito pequena. Não à toa, enquanto escrevo estas linhas, o quarteto finalizou seu segundo disco no fim de fevereiro. E o álbum de estreia, "Black Country", é obrigatório para quem gosta de rock ‘n' roll com raízes nos anos 70, sem, no entanto, soar datado. Tudo bem, músicas como "One Last Soul" e "Beggarman" poderiam estar muito bem em algum disco solo de Hughes, principalmente aqueles mais voltados ao hard rock. Mas quem disse que isso é ruim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joe Bonamassa está inspiradíssimo, transbordando técnica com feeling e, felizmente, podendo aparecer para um público que não seja apenas o do blues. Bonham mostra a eficiência de sempre, e o único porém fica por conta de Sherinian, que poderia ter sido mais bem aproveitado. Faz apenas cama na grande maiorias das canções, ganhando destaque solo apenas na pesada e funkeada "Stand (At the Burning Sun)" e na excelente "Too Late for the Sun", que encerra brilhantemente o CD com seus mais de 11 minutos. Hughes, por sua vez, já não deveria mais precisar de apresentações. Lembrem-se: ele não é apenas um excepcional cantor, como podemos ratificar em "The Great Divide", "Song of Yesterday" e "Medusa" (sim, regravação do clássico do Trapeze), mas também um grande baixista. Ouça a faixa-título.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: O disco de estreia do supergrupo não foi lançado com muitas surpresas. As mesmas 12 músicas estão na versão simples e na com um DVD bônus. Este dá ao fã o clipe de "The Great Divide", entrevistas, cenas das sessões de gravação e material ao vivo gravado em Riverside, na Califórnia, Estados Unidos. Não houve lançamento nacional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NU6XYvHIYT0/TYrstxGh9dI/AAAAAAAAAao/wKwbFWW7gjI/s1600/2010mrbig_whatif.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587538558725518802" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-NU6XYvHIYT0/TYrstxGh9dI/AAAAAAAAAao/wKwbFWW7gjI/s320/2010mrbig_whatif.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;MR. BIG&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;What If…&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era questão de tempo. A formação original do Mr. Big – Eric Martin (vocal), Paul Gilbert (guitarra), Billy Sheehan (baixo) e Pat Torpey (bateria) – se reuniram para uma turnê comemorativa de 20 anos da banda, que rendeu CD e DVD ao vivo, "Back to Budokan" (ambos duplos), e um disco de inéditas era uma consequência natural. Diferentemente dos dois últimos trabalhos antes da separação, ambos com Richie Kotzen nas seis cordas, "What If..." é menos bluesy e mais hard. Ou seja, o quarteto voltou ao seu habitat natural. E por mais que Kotzen seja músico extraordinário, mais até do que Gilbert, a química entre Sheehan e o guitarrista original é única, diferenciada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro ponto positivo: aqueles solos dobrados espetaculares estão de volta O segundo é simples: todas as músicas são excelentes. Mesmo as baladas, especialidade de Martin, não soam piegas e bregas - elas sempre foram o ponto fraco do Mr. Big, razão de o grupo ser tão subestimado. "Stranger in My Life" e "All the Way Up" são realmente bonitas e, digamos, maduras. Mas o que conta mesmo são as outras faixas, que formam um disco empolgante. "Undertown" abre muito bem o disco, e "American Beauty" completa o serviço. Pronto. Com apenas duas músicas o jogo já está ganho. Mas ainda tem arrasa-quarteirões como "Nobody Left to Blame", "Still Ain't Enough for Me" (rock ‘n' roll dos bons), "I Won't Get in My Way" (que refrão) e "Around the World" (lembra de Gilbert e Sheehan detonando juntos? Pois é...). No saldo geral, não há música sequer em "What If..." que possa ser considerada mais ou menos. Discaço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTNHAS&lt;/strong&gt;: As gravadoras capricharam na volta do Mr. Big ao estúdio com a sua formação original. Principalmente na Europa, onde foi lançada uma Super Luxury Edition, contendo o CD, um DVD, o LP mais três brindes: pôster, foto oficial e adesivo. Tudo isso com uma faixa bônus (apenas no disquinho em áudio, não no vinil), "Unforgiven". O DVD, por sua vez, traz os clipes de "Undertow" e "All the Way Up", além do making of das sessões de gravaçao do disco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"What if..." também foi lançado em versão simples no mercado europeu, o que aconteceu igualmente no Japão. Os nipônicos, claro, também tiveram a sua Deluxe Edition, obviamente caprichada. Além de uma embalagem em 3D, uma música extra diferente, "Kill Me With a Kiss", e o DVD. Só que desta vez, os europeus saíram ganhando: na versão japonesa não constam vídeo de "All the Way Up".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZeLHYlUFDDU/TYrtCZaE5eI/AAAAAAAAAa4/T_MAct7Mde0/s1600/2010ratt_infestation.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587538913142302178" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZeLHYlUFDDU/TYrtCZaE5eI/AAAAAAAAAa4/T_MAct7Mde0/s320/2010ratt_infestation.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;RATT&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Infestation&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stephen Pearcy volta ao microfone do Ratt, e a banda lança seu primeiro trabalho de inéditas desde 1999. E "Infestation" é um resgate à sonoridade do quinteto nos anos 80, com aqueles riffs criativos e solos inspiradíssimos (Warren DeMartini agora tem a companhia de luxo do ex-Quiet Riot Carlos Cavazo) somados a refrãos grudentos e irresistíveis (Pearcy é bom demais nisso). Um disco simplesmente delicioso. Simples assim. Mas aí o grupo começa a ir ladeira abaixo novamente graças ao choque de egos, principalmente entre o vocalista e o batera Bobby Blotzer – o baixista Robbie Crane completa a formação. Infelizmente. A história poderia ser resumida desta forma, mas seria uma injustiça com a música aqui presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O início é simplesmente impecável, com "Eat Me Up Alive", "Best of Me", "A Little Too Much" e "Look Out Below" colocando a casa abaixo e, sem exageros, remetendo o fã a clássicos como "You Think You're Tough", "Way Cool Jr.", "Round and Round" e "Body Talk". Saudosismos à parte, "Infestation" não soa datado, mas sim uma celebração a um período bastante fértil do hard rock americano. Não à toa, "Last Call" tem um quê de Van Halen, e o show continua com grandes canções. "Lost Weekend", "As Good as it Gets", "Take a Big Bite" e "Don't Let Go" reforçam o melhor do "ratt and roll". Seria mesmo apenas se em tão pouco tempo a banda apagasse o grande trabalho que recomeçou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: As versões americana e europeia não tiveram nenhum extra, e o disco não chegou a sair no Brasil. No Japão, no entanto, o fã teve de colocar duas vezes a mão no bolso. A primeira edição saiu com o bônus "Scatter", mas alguns meses depois o CD foi relançado – com o tom esverdeado da capa dando lugar a um avermelhado – com um material bem interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A começar pelas faixas "Sweet Cheater", "You Think You're Tough", "You Got it", "Tell the World", "Back for More" e "Walkin' the Dog", do raro EP de estreia, autointitulado, de 1983. Aqui, no entanto, elas aparecem gravadas ao vivo, em 2008, no Rockline Studio. Além disso, um DVD com o clipe de "Best of Me", making of e cenas da festa de lançamento do álbum. O iTunes, por sua vez, colocou à disposição dos fãs americanos três das seis faixas ao vivo: "You Think You're Tough", "Tell The World"e "Way Cool Jr.". Além da própria "Scatter".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-irE0WtrPq_A/TYrtPAk04bI/AAAAAAAAAbA/_Ey_yIqPhTs/s1600/2010tankard_vollume14.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587539129814802866" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-irE0WtrPq_A/TYrtPAk04bI/AAAAAAAAAbA/_Ey_yIqPhTs/s320/2010tankard_vollume14.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;TANKARD&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vol(l)ume 14&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos melhores representantes do thrash metal germânico, o Tankard infelizmente não atingiu o status de nomes como Destruction e Kreator. Qualidade para isso nunca faltou, afinal, a banda começou jogando de cara dois clássicos no mercado – Zombie Attack (1986) e Chemical Invasion (1987) – e manteve-se acima da média ao longo de quase três décadas de existência. Além disso, como não gostar de pérolas como "(Empty) Tankard", "666 Packs", "Beermuda", Space Beer", "Freibier" e "Need Money for Beer"? Ótimas músicas que consagraram o Alcoholic Metal que os próprios alemães dizem fazer. Nada mais justo. Ninguém faria uma apologia ao sagrado suco de cevada com tanta excelência e bom humor, e "Vol(l)ume 14" traz isso já no título e na capa do CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter dado uma pisada no freio ao longo dos últimos anos, o grupo sempre foi fiel ao seu thrash característico, continuando com identidade própria apesar das doses maiores de metal tradicional no som. Frank Thornwarth (baixo) e Olaf Zissel (bateria) formam uma cozinha competente, abrindo espaço para brilharem o guitarrista Andy Gutjahr (mais uma máquina de riffs do estilo) e o vocalista Andreas "Gerre" (dono de uma interpretação única e letras sensacionais) – figuraça, este último está incrivelmente mais magro, sem aquele barrigão que era a sua marca registrada. Pouco importa, pois "Rules for Fools", "Fat Snatchers (The Hipo Effect)", "The Agency", "Brain Piercing of Death" e "Weekend Warriors" são suficientes para deixar o fã batendo cabeça e um sorriso enorme no rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Há duas versões de "Vol(l)ume 14" disponíveis na Europa, e ambas não contêm músicas bônus. No entanto, vale a pena pagar um pouco mais para ter o digipack, que traz um DVD com a apresentação na edição de 2009 do Headbangers Open Air, festival realizado na Alemanha. A banda promovia o álbum "Thirst", e o show é empolgante do início ao fim, apesar do set curto (apenas 12 músicas). A edição jewel case, sem o vídeo, também saiu no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SRwU-hMIR-Y/TYrsHO2tkAI/AAAAAAAAAaI/ZbolasDzpWo/s1600/2010exodus_exhibitb-thehumancondition.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587537896697335810" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-SRwU-hMIR-Y/TYrsHO2tkAI/AAAAAAAAAaI/ZbolasDzpWo/s320/2010exodus_exhibitb-thehumancondition.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;EXODUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Exihibit B: The Human Condition&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fosse o breve hiato de Tom Hunting em "Shovel Headed Kill Machine", gravado por Paul Bostaph, e o Exodus estaria há impressionantes seis anos sem mudanças na formação. Mas "Exihibit B: The Human Condition" – assim como a primeira parte ("The Atrocity Exhibition... Exhibit A"), o ao vivo "Shovel Headed Tour Machine" e a regravação do clássico "Bonded By Blood", que virou "Let There Be Blood" – mostra que o quinteto está mais coeso do que nunca com Rob Dukes, que nasceu para cantar no Exodus, e Lee Altus, que, desculpem-me os puristas, faz com que Rick Hunolt não deixe saudades. O CD é uma porrada espetacular do início ao fim, mesmo que algumas músicas pudessem ser mais enxutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o fato de o Exodus ter começado a compor músicas na casa dos seis, sete, oito e até nove minutos apenas apresenta mais riffs espetaculares (Gary Holt é um mestre!) e uma performance arrasadora, para variar, de Hunting. Curiosamente, faixas mais curtas dão o recado com mais facilidade, casos de "Hammer and Life" e da arrasa-quarteirão "Burn, Hollywood Burn". São mais palatáveis, uma vez que o thrash metal da banda está cada vez mais intrincado. Mas nada que não faça pescoços ficarem destroçados com "The Ballad of Leonard and Charles", "Beyond the Pale", "March of the Sycophants" e "The Sun is My Destroyer" e "Good Riddance", por exemplo, todas uma com interpretação visceral de Dukes, principalmente nos refrãos. Impossível não ficar viciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Na Europa, nos EUA e no Brasil, o CD saiu com o bônus "Devil's Teeth", enquanto no Japão o extra foi "Don't Make no Promises", cover do Scorpions. No Velho Continente também foi lançada uma edição chamada blood pack, que trazia o CD numa caixa de DVD e envolta num plástico com um líquido preto. Limitado a 500 cópias, esta versão também teve como bônus a música "Devil's Teeth".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qTcXNW98tC8/TYrskNcSuzI/AAAAAAAAAag/SFIzED7weqM/s1600/2010korzus_disciplineofhate.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587538394534296370" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-qTcXNW98tC8/TYrskNcSuzI/AAAAAAAAAag/SFIzED7weqM/s320/2010korzus_disciplineofhate.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;KORZUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Discipline of Hate&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejamos sinceros: os frutos que o Korzus vem colhendo com "Discipline Hate" já deveriam estar no conta com o excelente "Ties of Blood", de 2004. Mas é fato também que o quinteto paulista lançou desta vez um dos melhores discos de thrash metal da última década. É para ouvir e ficar com o queixo caído. Produção impecável, músicas muito acima da media do que é feito atualmente (inclusive por medalhões que vivem de nome, como o Metallica) e performances individuais impecáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como em todo bom disco do estilo, encontramos riffs certeiros (Antônio Araújo mostrou-se a escolha perfeita para substituir Silvio Golfetti, detonando nas palhetadas ao lado de Heros Trench), bateria demolidora (cortesia do excelente Rodrigo Oliveira) e um vocal poderoso e com raiva, e neste ponto Marcello Pompeu gravou nada menos que o seu melhor trabalho em mais de 25 anos de banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trinca de abertura – "Discipline of Hate", "Truth" e "2012" – não deixa pedra sobre pedra, e na sequência o grupo surpreende com a ótima "Raise Your Soul", que entra de cara com o refrão (é para cantar com os punhos erguidos nos shows). E o pique não cai nas nove músicas seguintes, com destaques para "Revolution" (um arregaço de trabalho de dois bumbos), a empolgante "Never Die", a quase metal tradicional "Last Memories" e as pancadas "Hell" e "Hypocrisia", nesta última com o Korzus trabalhando muito bem a letra em português (e que letra, meu amigo!). Compre correndo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Brasil e Europa receberam bônus diferentes: "Hypocrisia" e "We Are Just the Same", respectivamente. A primeira prensagem brasileira, de 1.000 cópias, veio com autógrafos (mesmo) de toda a banda no encarte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GftcF5gdi0I/TYrs5SYpfcI/AAAAAAAAAaw/dg4ssLGNLn0/s1600/2010musicadiablo_musicadiablo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587538756638440898" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-GftcF5gdi0I/TYrs5SYpfcI/AAAAAAAAAaw/dg4ssLGNLn0/s320/2010musicadiablo_musicadiablo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;MUSICA DIABLO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Musica Diablo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natural ouvir comentários de que o Musica Diablo faz aquilo que todo fã do Sepultura gostaria que a banda estivesse fazendo. Questionável, uma vez que a maior banda do metal brasileiro em todos os tempos vem dando sinais – com "Dante XXI" e "A-Lex" – que aquele thrash metal de riffs palhetados está voltando à tona. Questionável também porque aqui, no trabalho de estreia do quinteto formado também por integrantes do Nitrominds e do Threat, Derrick Green cala definitivamente a boca dos detratores que ainda restam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gringo-brasileiro é um puta cantor, se saindo com desenvoltura mesmo nas partes death metal que permeiam o álbum homônimo do Musica Diablo. Portanto, abra mão de qualquer preconceito e curta mais um grande lançamento de uma banda nacional, feito com tesão e honestidade que, repito, andam faltando a bandas que fizeram a fama e deitaram na cama – sim, porque não dá para achar que "Death Magnetic" é uma volta do Metallica aos bons tempos. O único ponto negativo do CD é a curta duração, pouco mais de 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas como "Sweet Revenge"; "Sacrifice", "The Rack" e "Underlord" (lembra dos toques death metal? E do ótimo e versátil vocalista que é Derrick Green?); "Work Out", "Lifeless", "The Flame of Anger" e "Twisted Hate" (fácil, fácil imaginar rodas insanas de pogo nestas três últimas). "Musica Diablo" é mais do que um álbum honesto de thrash metal capitaneado pelo guitarrista André NM com o vocalista do Sepultura. É um disco para ouvir até gastar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: O track list das edições brasileira e europeia é o mesmo, e o CD ainda não ganhou o mercado japonês. Diferente mesmo, apenas a arte da capa, com pequenas diferenças (nos desenho de fundo) de um local para outro. A que ilustra esta resenha é a da edição nacional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EY_Fhg26L-8/TYrrhblQLPI/AAAAAAAAAZw/SaZfy2g9r_w/s1600/2010circleIIcircle_consequenceoopower.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587537247278738674" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-EY_Fhg26L-8/TYrrhblQLPI/AAAAAAAAAZw/SaZfy2g9r_w/s320/2010circleIIcircle_consequenceoopower.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;CIRCLE II CIRCLE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consequence of Power&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil resistir a qualquer trabalho que tenha Zak Stevens à frente. Foi assim no Savatage, ao substituir Jon Oliva com extrema personalidade; e no recente Machines of Grace, nada menos que o Wicked Witch reformulado; e é assim no Circle II Circle, sua banda principal. O cara é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores vocalistas da história do metal, e não estamos falando de um cara que já está no rol dos veteraníssimos. E em "Consequece of Power" ele volta a provar isso, com performances técnicas, mas cheias de feelings, e ajudadas por linhas vocais marcantes – que o diga a faixa-título, que tem um quê de Iron Maiden, e "Out of Nowhere".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Musicalmente, o agora quarteto – o guitarrista base Evan Christopher pulou fora, e o brasileiro Bill Hudson nem esquentou o posto, assim o ótimo Andy Lee assumiu sozinho as seis cordas – continua mandando muito bem num power metal bem trabalhado, mas sem perder a mão da simplicidade e do peso sem aquela pompa e circunstância da grande maioria das bandas do estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas como "Whispers in Vain", "Remember", "Episodes of Mania", "Take Back Yesterday" e a bela "Blood of an Angel" (inevitavelmente remetendo ao Savatage) são primorosas, todas com refrãos muito bem construídos. Com o baterista Johnny Osborn (ex-Doctor Butcher) no lugar de Tom Drennan, Zak ainda conta com o fiel escudeiro Paul Michael "Mitch" Stewart (baixo e teclados) para ajudá-lo a brilhar. "Consequence of Power" é indispensável para quem gosta de heavy metal de categoria e muito bem feito por músicos talentosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Apenas a versão digipack ganhou bônus na Europa: "Symptons of Fate", que saiu também no Brasil. Até o fechamento do textos dos melhores de 2010, o CD ainda não havia sido lançado no Japão. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-2766249068018997046?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/2766249068018997046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=2766249068018997046&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/2766249068018997046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/2766249068018997046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/os-12-melhores-cds-de-2010.html' title='Os 12 melhores CDs de 2010'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-iCSP68j4hpw/TYrtYsLOR4I/AAAAAAAAAbI/-PvXFWR9duM/s72-c/2010blacklabelsociety_orderoftheblack.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-7723241500645621417</id><published>2011-03-23T14:59:00.006-03:00</published><updated>2011-04-09T21:23:50.839-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alta Fidelidade'/><title type='text'>O melhor DVD de 2010</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QKqGvz6M4Sc/TYrq1X6rHsI/AAAAAAAAAZY/iQinSjt6pqc/s1600/2010heaven%2526hell_neonnights-30yearsofheaven%2526hell.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 230px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587536490380598978" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-QKqGvz6M4Sc/TYrq1X6rHsI/AAAAAAAAAZY/iQinSjt6pqc/s320/2010heaven%2526hell_neonnights-30yearsofheaven%2526hell.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;HEAVEN &amp;amp; HELL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Neon Nights: 30 Years of Heaven &amp;amp; Hell&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve em 2010 uma enxurrada de excelentes DVDs, e alguns deles poderiam facilmente figurar aqui, como "Get Your Buzz on Live" (Chickenfoot), "Take Us Alive" (Extreme) e "In Live Concert at the Royal Albert Hall" (Opeth), mas o sentimentalismo falou mais alto. Nenhum deles é tão emocionante como "Neon Nights: 30 Years of Heaven &amp;amp; Hell". Nenhum deles leva lágrimas aos olhos como quando assistimos a Ronnie James Dio, o maior vocalista da história do rcck, dar (mais) uma aula em cima do palco. Carisma e uma voz inigualáveis de um sujeito que deixou um rastro de obras-primas em sua carreira, mas que ainda tinha muito o que oferecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravado no festival alemão Wacken Open Air em 2009, o show é exatamente o mesmo que Dio, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinnie Appice apresentaram na turnê brasileira alguns meses antes. Apesar de mais enxuto que o de "Live from Radio City Music Hall" – afinal, músicas como "Computer God" e "The Sign of the Southern Cross" fazem falta – o show é espetacular. Há clássicos atrás de clássicos, como "Mob Rules" (nasceu perfeita para abrir shows), "Children of the Sea", "Die Young", "Heaven and Hell" e "Neon Knights", a sempre surpreendente "Falling Off the Edge of the World"; pérolas mais, digamos, recentes ("I" e "Time Machine"); e boas amostras do excelente "The Devil You Know" ("Bible Black" e "Follow the Tears").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Individualmente, Dio é sempre a estrela, e não apenas pelas circunstâncias, mas é um prazer ver a elegância de Iommi com a sua Gibson SG (amiguinhos, não fosse por este senhor, o mestre dos riffs, o heavy metal não seria nem sombra do que é há pouco mais de quatro décadas), além de discrição de Butler, que massacra seu baixo com linhas completamente absurdas de tão maravilhosas. E Appice, infelizmente subestimado por muita gente, é de uma segurança e precisão necessárias à qualquer banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos extras, excelentes entrevistas sobre os 30 anos que se passaram desde o clássico álbum "Heaven and Hell", dos bastidores das gravações à turnê, passando por "Mob Rules", a ruptura após "Live Evil", a segunda chance com "Dehumanizer", a nova separação e o retorno sob a alcunha de Heaven &amp;amp; Hell. Tudo sem rodeios – Dio, Butler e Appice conversaram com Eddie Trunk, radialista e apresentador do programa "That Metal Show", e Iommi, com o jornalista e escritor Malcom Dome (de revistas como "Classic Rock" e "Metal Hammer"). Para completar, curtos depoimentos de Iommi, Butler e Appice sobre Dio. Emocionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Tanto o DVD quando o CD ganharam estampas diferentes. Nos Estadoas Unidos, o lançamento veio com um "Live in Europe", enquanto "Live at Wacken" é o selo estampado nas capas das edições lançadas no Brasil, Europa e Japão. O CD, por sua vez, não conta com a introdução "E5150" e o trecho de "Country Girl", que antecede "Neon Knights".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nipônicos tiveram, por tempo limitado, a oportunidade de comprar um box contendo os dois formatos, sendo que o disquinho de áudio do pacote foi produzido com a tecnologia SHM-CD (Super High Material CD). Esta tem uma qualidade superior e maior fidelidade de som por causa do uso de plástico policarbonato com transparência superior ao do usado no CD normal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-7723241500645621417?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/7723241500645621417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=7723241500645621417&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/7723241500645621417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/7723241500645621417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/o-melhor-dvd-de-2010.html' title='O melhor DVD de 2010'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-QKqGvz6M4Sc/TYrq1X6rHsI/AAAAAAAAAZY/iQinSjt6pqc/s72-c/2010heaven%2526hell_neonnights-30yearsofheaven%2526hell.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-4242988555645397554</id><published>2011-03-23T14:57:00.003-03:00</published><updated>2011-04-09T21:23:25.257-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alta Fidelidade'/><title type='text'>O melhor CD ao vivo de 2010</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-B4bPH8ayQWA/TYrqgvW5nRI/AAAAAAAAAZQ/nJZ3BOncdDw/s1600/2010dio_atdoningtonuk-live1983-1987.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587536135895751954" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-B4bPH8ayQWA/TYrqgvW5nRI/AAAAAAAAAZQ/nJZ3BOncdDw/s320/2010dio_atdoningtonuk-live1983-1987.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;DIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;At Donington UK: Live 1983 &amp;amp; 1987&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, Ronnie James Dio de novo. E não trata-se de um dos últimos shows com a banda Dio, ou seja, um lançamento original de 2010. O que temos aqui é um belo CD duplo trazendo duas apresentações de momentos distintos, mas ambos dos primeiros anos da carreira solo do vocalista. Gravado no finado festival inglês, "At Donington UK: Live 1983 &amp;amp; 1987" só nos faz perguntar por que diabos isso não foi lançado antes – infelizmente, foi preciso que Dio se fosse para que um trabalho primoroso como este visse a luz do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro CD (1983) traz a banda – além do vocalista, Vivian Campbell (guitarra), Jimmy Bain (baixo) e Vinny Appice (bateria), uma vez que o tecladista Claude Schnell era apenas figura decorativa – com um poder de fogo inacreditável. Promovendo o primeiro álbum, "Holy Diver" (alguém aí disse um dos dez melhores discos do metal em todos os tempos? Pois é...), o quinteto mescla músicas próprias, e que mais tarde virariam verdadeiros hinos ("Stand Up and Shout", Rainbow in the Dark", "Straight Through the Heart" e a faixa-título), com clássicos das duas ex-bandas mais famosas de Dio. Se há apenas menções a "Stargazer" e "Starstruck", o Rainbow é muito bem representado por "Man of the Silver Mountain", enquanto o material do Black Sabbath dá as caras com "Children of the Sea" e "Heaven and Hell". Falar o que de um repertório como este?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro anos depois, já com Craig Goldy no lugar de Campbell, além de Schnell como integrante fixo, o grupo voltou à Inglaterra com um novo disco nas mãos, o ótimo "Dream Evil". Dele saíram "Naked in the Rain", a belíssima "All the Fools Sailed Away" e a música que dá nome ao álbum. E com quatro trabalhos de estúdio, Dio pode explorar mais o seu material autoral, casos de "Rock and Roll Children" e da genial "The Last in Line". Claro, sem esquecer do Rainbow ("agora teve "Long Live Rock ‘n' Roll") e Sabbath (que ganhou um extra com "Neon Knights"). Pode começar a se penitenciar se ainda não tem "At Donington UK: Live 1983 &amp;amp; 1987" em sua coleção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Lançado em digipack de luxo, a primeira prensagem do álbum traz a reprodução dos backstage passes para o show de cada ano. É fácil identificar qual versão vem com esses presentinhos: é a que tem um adesivo amarelo na capa. Se a cor for vermelha, esqueça. Perdeu a edição de colecionador.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-4242988555645397554?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/4242988555645397554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=4242988555645397554&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/4242988555645397554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/4242988555645397554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/o-melhor-cd-ao-vivo-de-2010.html' title='O melhor CD ao vivo de 2010'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-B4bPH8ayQWA/TYrqgvW5nRI/AAAAAAAAAZQ/nJZ3BOncdDw/s72-c/2010dio_atdoningtonuk-live1983-1987.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-1841693621690326318</id><published>2011-03-23T14:54:00.005-03:00</published><updated>2011-04-10T16:34:31.196-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alta Fidelidade'/><title type='text'>O melhor CD off metal de 2010</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jEq4MH7UMIc/TYrqDs5SQGI/AAAAAAAAAZI/FFBKA5nRF34/s1600/2010seal_6-commitment.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587535637018460258" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-jEq4MH7UMIc/TYrqDs5SQGI/AAAAAAAAAZI/FFBKA5nRF34/s320/2010seal_6-commitment.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;SEAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;6: Commitment&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seal havia escorregado feio com o fraco "System" (2007), uma tentativa fracassada de resgatar o som mais dançante dos dois primeiros discos. Faltou a classe que sobrou a ele no início da década de 90. Talvez não à toa, em 2008 lançou um álbum em que regravou vários standards da soul music – e o CD, vejam só, ganhou o título de "Soul". Ficou a dúvida se ele estava tentando resgatar o que faz de melhor, graças a sua voz privilegiada (o cara canta que é uma barbaridade). "Soul Live" (2009) serviu para dar um novo afago, e a coletânea "Hits", em sua versão dupla, trazia extras que alimentavam a esperança: a inédita e soul "I Am Your Man"; a funkeada "Thank You", cover do Sly and The Family Stone; e o ótimo medley ao vivo com "Here I Am (Come and Take Me)", "Knock on Wodd" e "Get it Together".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo esse caminho percorrido para dizer que "6: Commitment", seu novo disco, é um deleite. Todos os ingredientes que fizeram de Seal um dos melhores compositores e intérpretes – e um baita de um cantor, repito – estão presentes no CD: soul ("Best of Me"), pop ("Weight of My Mistake" e "The Way Lie"), baladas ("Silence", "I Know What You Did", "Secret" e a linda "You Get Me") e faixas mais funkeadas ("If I Am Any Closer"). Tudo com muita classe. E se não há mais Trevor Horn para escrever aqueles arranjos brilhantes, David Foster começou realmente a provar que pode preencher essa lacuna. Definitivamente, seja bem-vindo de volta, Seal. "6: Commitment" é mais uma de suas obras-primas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: A França se deu ao luxo de ser o único país a ganhar uma edição especial de "6: Commitment". Além de duas faixas bônus, "If I Could Ever Make You Love Me" e "You Get Me (featuring Buika)" , vem acompanhado de um DVD com o making das gravações do sexto trabalho de estúdio do músico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-1841693621690326318?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/1841693621690326318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=1841693621690326318&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/1841693621690326318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/1841693621690326318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/o-melhor-cd-off-metal-de-2010.html' title='O melhor CD off metal de 2010'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-jEq4MH7UMIc/TYrqDs5SQGI/AAAAAAAAAZI/FFBKA5nRF34/s72-c/2010seal_6-commitment.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-8147197789239470821</id><published>2011-03-23T14:32:00.015-03:00</published><updated>2011-04-09T21:21:58.503-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alta Fidelidade'/><title type='text'>O Melhor show de 2010</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QwhhWyBEpRI/TYrpTi4r1HI/AAAAAAAAAZA/mbcx9G9r3Sc/s1600/2010paulmccartney_show.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 133px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587534809697866866" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-QwhhWyBEpRI/TYrpTi4r1HI/AAAAAAAAAZA/mbcx9G9r3Sc/s320/2010paulmccartney_show.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;PAUL MCCARTNEY&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Morumbi - 22 de novembro&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, eu queria ter assistido aos dois shows no Morumbi, mas a agenda permitiu apenas a segunda noite. Não tem problema, a rodada dupla está marcada para os dias 21 e 22 de maio, no Engenhão. De qualquer maneira, o que importa é que não vou morrer sem ter presenciado o espetáculo de um Beatle. No auge da minha rebeldia, apesar de ter dados os primeiros passos com a música aos seis anos ouvindo justamente Beatles e Elvis Presley, graças ao meu pai, o auge da minha rebeldia adolescente impediu que eu fosse ao Maracanã em 1990 – e três anos depois eu não tinha era grana mesmo para rumar para a Terra da Garoa. Voltando ao dia 22 de novembro de 2010, vejo que acabei escolhendo o dia certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, Sir Paul McCartney e banda mandaram "Magical Mystery Tour" logo de cara, ao contrário de "Venus and Mars/Rockshow" (Wings), que ficou fora do set. Aliás, que banda espetacular: os guitarristas Rusty Anderson e Brian Ray (este fazendo as vezes de baixista quando McCartney empunhava guitarra, bandolim ou alguma coisa com mais de quatro cordas), o tecladista Paul "Wix" Wickens e o batera Abe Laboriel Jr. (figuraça que deu um show à parte com a sua coreografia em "Dance Tonight", do mais recente álbum de estúdio, "Memory Almost Full", de 2007) No geral, o único momento dispensável foi "Here Today", do álbum "Tug of War" (1982), dedicada a John Lennon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Drive My Car" e "And I Love Her", apresentadas na noite anterior, fizeram falta, assim como "Can't Buy Me Love" e "I Saw Her Standing There", clássicos que eu realmente esperava encontrar no set list. Este, no entanto, foi muito bem balanceado. Houve até músicas do projeto The Fireman ("Highway" e "Sing the Changes"), além de canções muito bem escolhidas do período com o Wings, principalmente do ótimo álbum "Band on the Run" (1973). Nada menos que cinco, incluindo a bela "Bluebird", que não foi tocada no primeiro show paulista. "Jet" e "Band on the Run" já têm status de clássico, e em "Let Me Roll it" a banda ainda fez uma citação de "Foxey Lady", de Jimi Hendrix, antes do fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, teve "Live and Let Die", com excelentes efeitos pirotécnicos, os únicos da noite, pois o espetáculo era complementado mesmo por um telão sensacional. E foi também por causa dele o momento mais emocionante da noite: com imagens de George Harrison, "Something" levou muita gente às lágrimas, num momento que não dá para descrever com palavras. E emoção foi o que não faltou no repertório dos Beatles. Foram nada menos que 23 músicas, abrangendo todo o leque musical dos Fab Four. Mais uma vez: como segurar as lágrimas em "Blackbird", "Let it Be", "Hey Jude" e, principalmente, "Yesterday"? Como não cantar com todas as forças "All My Loving", "The Long and Windind Road", Got to Get You Into My Life", "Eleanor Rigby" e "Ob-La-Di, Ob-La-Da"? Ou se acabar de pular em "Back in the USSR", "Day Tripper", "Get Back", "Helter Skelter" (o primeiro heavy metal da história) e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band"? Tudo isso é a essência do rock'n'roll!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Set list&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;1. Magical Mystery Tour (Beatles)&lt;br /&gt;2. Jet (Wings)&lt;br /&gt;3. All My Loving (Beatles)&lt;br /&gt;4. Letting Go (Wings)&lt;br /&gt;5. Got to Get You Into My Life (Beatles)&lt;br /&gt;6. Highway (The Firemen)&lt;br /&gt;7. Let Me Roll it (Wings)&lt;br /&gt;8. The Long and Winding Road (Beatles)&lt;br /&gt;9. Nineteen Hundred and Eighty Five (Wings)&lt;br /&gt;10. Let 'Em in (Wings)&lt;br /&gt;11. My Love (Wings)&lt;br /&gt;12. I'm Looking Through You (Beatles)&lt;br /&gt;13. Two of Us (Beatles)&lt;br /&gt;14. Blackbird (Beatles)&lt;br /&gt;15. Here Today (solo)&lt;br /&gt;16. Bluebird (Wings)&lt;br /&gt;17. Dance Tonight (solo)&lt;br /&gt;18. Mrs. Vandebilt (Wings)&lt;br /&gt;19. Eleanor Rigby (Beatles)&lt;br /&gt;20. Something (Beatles)&lt;br /&gt;21. Sing the Changes (The Fireman)&lt;br /&gt;22. Band on the Run (Wings)&lt;br /&gt;23. Ob-La-Di, Ob-La-Da (Beatles)&lt;br /&gt;24. Back in the USSR (Beatles)&lt;br /&gt;25. I've Got a Feeling (Beatles)&lt;br /&gt;26. Paperback Writer (Beatles)&lt;br /&gt;27. A Day in the Life (Beatles)/ Give Peace a Chance (John Lennon)&lt;br /&gt;28. Let it Be (Beatles)&lt;br /&gt;29. Live and Let Die (Wings)&lt;br /&gt;30. Hey Jude (Beatles)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Primeiro bis&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;31. Day Tripper (Beatles)&lt;br /&gt;32. Lady Madonna (Beatles)&lt;br /&gt;33. Get Back (Beatles)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Segundo bis&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;34. Yesterday (Beatles)&lt;br /&gt;35. Helter Skelter (Beatles)&lt;br /&gt;36. Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band/The End (Beatles)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-8147197789239470821?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/8147197789239470821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=8147197789239470821&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/8147197789239470821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/8147197789239470821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/03/o-melhor-show-de-2010.html' title='O Melhor show de 2010'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-QwhhWyBEpRI/TYrpTi4r1HI/AAAAAAAAAZA/mbcx9G9r3Sc/s72-c/2010paulmccartney_show.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-5200945835297100030</id><published>2011-02-20T01:14:00.019-03:00</published><updated>2011-02-20T01:47:17.480-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bandas'/><title type='text'>Queensrÿche</title><content type='html'>&lt;em&gt;Ano de fundação&lt;/em&gt;: 1981&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Local&lt;/em&gt;: Seattle, Washington (Estados Unidos)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Site oficial&lt;/em&gt;: &lt;a href="http://www.queensryche.com/" target="_blank"&gt;queensryche.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-aEFON8nNYtA/TWCXlDzFMyI/AAAAAAAAAYg/CXsh1R4RC9A/s1600/queensryche.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 224px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575623001615184674" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-aEFON8nNYtA/TWCXlDzFMyI/AAAAAAAAAYg/CXsh1R4RC9A/s320/queensryche.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Formação atual&lt;/em&gt; (2009 - presente)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Scott Rockenfield&lt;/strong&gt; - bateria&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eddie Jackson&lt;/strong&gt; - baixo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Geoff Tate&lt;/strong&gt; - vocal&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Michael Wilton&lt;/strong&gt; - guitarra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parker Lundgren&lt;/strong&gt; - guitarra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ex-integrantes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chris DeGarmo&lt;/strong&gt; (1981-1998 e 2003)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kelly Gray&lt;/strong&gt; (1998-2002)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mike Stone&lt;/strong&gt; (2003-2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MV5ksXV1W1k/TWCcbMIPEyI/AAAAAAAAAYw/0-2I37SHbZE/s1600/queensryche_formermembers.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 89px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575628329610842914" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-MV5ksXV1W1k/TWCcbMIPEyI/AAAAAAAAAYw/0-2I37SHbZE/s320/queensryche_formermembers.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Discografia oficial&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;2009 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche-american-soldier.html"&gt;American Soldier&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2007 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche-take-cover.html"&gt;Take Cover&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2007 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche-sign-of-times-best-of.html"&gt;Sign of the Times: The Best of&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2007 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche-mindcrime-at-moore.html"&gt;Mindcrime at The Moore&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2006 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche-operation-mindcrime-ii.html"&gt;Operation: Mindcrime II&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2004 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-art-of-live_31.html"&gt;The Art of Live&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2003 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-tribe_31.html"&gt;Tribe&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2003 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-classic-masters.html"&gt;Classic Masters&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2001 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-live-evolution.html"&gt;Live Evolution&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2000 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-greatest-hits.html"&gt;Greatest Hits&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1999 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-q2k.html"&gt;Q2k&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1997 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-hear-in-now-frontier.html"&gt;Hear in the Now Frontier&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1994 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-promised-land.html"&gt;Promised Land&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1991 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-operation-livecrime.html"&gt;Operation: LIVECrime&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1990 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-empire.html"&gt;Empire&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1988 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-operation-mindcrime.html"&gt;Operation: Mindcrime&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1986 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-rage-for-order.html"&gt;Rage for Order&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1984 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-warning.html"&gt;The Warning&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1983 - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-queensryche-ep.html"&gt;Queensrÿche EP&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-5200945835297100030?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/5200945835297100030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=5200945835297100030&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/5200945835297100030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/5200945835297100030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche.html' title='Queensrÿche'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-aEFON8nNYtA/TWCXlDzFMyI/AAAAAAAAAYg/CXsh1R4RC9A/s72-c/queensryche.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-4478465151743490683</id><published>2011-02-20T01:02:00.006-03:00</published><updated>2011-02-20T02:16:43.953-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - American Soldier</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-oWIWaP4h2eU/TWCTY9PhDsI/AAAAAAAAAX4/y7q89bjA9Us/s1600/queensryche_americansoldier.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575618395650461378" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-oWIWaP4h2eU/TWCTY9PhDsI/AAAAAAAAAX4/y7q89bjA9Us/s320/queensryche_americansoldier.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;American Soldier&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 31/03/2009&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: Rhino&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Jason Slater e Kelly Gray&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 60'31"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Sliver (Jason Slater/Geoff Tate) - 3'09"&lt;br /&gt;2. Unafraid (Jason Slater/Geoff Tate) - 4'47"&lt;br /&gt;3. Hundred Mile Stare (Kelly Gray/Geoff Tate) - 4'31"&lt;br /&gt;4. At 30,000 Ft (Jason Slater/Geoff Tate) - 5'11"&lt;br /&gt;5. A Dead Man's Words (Jason Slater/Geoff Tate) - 6'35"&lt;br /&gt;6. The Killer (Jason Slater/Geoff Tate) - 5'26"&lt;br /&gt;7. Middle of Hell (Kelly Gray/Damon Johnson/Scott Rockenfield/Geoff Tate) - 5'28"&lt;br /&gt;8. If I Were King (Jason Slater/Geoff Tate) - 5'17"&lt;br /&gt;9. Man Down! (Kelly Gray/Geoff Tate) - 4'57"&lt;br /&gt;10. Remember Me (Jason Slater/Geoff Tate) - 5'00"&lt;br /&gt;11. Home Again (Kelly Gray/Damon Johnson/Scott Rockenfield/Geoff Tate) - 4'41"&lt;br /&gt;12. The Voice (Jason Slater/Geoff Tate) - 5'29"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das boas críticas a "Operation: Mindcrime II", não era segredo que o Queensrÿche havia voltado aos holofotes gerais por reviver seu trabalho mais aclamado – o que, claro, também gerou comentários negativos. Parte dos fãs e, principalmente, da imprensa especializada ainda torce o nariz para o quinteto desde a saída de Chris DeGarmo, e uma parcela renega os trabalho da banda após o lançamento de "Promised Land", de 1994. Uma pena, pois esse universo deixou passar em branco o melhor disco do quinteto de Seattle desde "Hear in the Now Frontier", exatamente o último trabalho com DeGarmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem Mike Stone, que resolveu pular fora para dar mais atenção ao Speed X, projeto que montou junto a Nick Catanese (Black Label Society), Michael Wilton assumiu todas as guitarras com a intenção de resgatar o antigo som do Queensrÿche nas seis cordas – Kelly Gray e Damon Johnson (da banda de Alice Cooper e companheiro de Scott Rockenfield – e Kelly Gray – no Slave to the System) deram uma mão nas bases. Enquanto Wilton obteve êxito em sua empreitada, pois está tocando como nunca, o grupo resolveu colocar na praça mais um disco conceitual. "American Soldier" fala das guerras – da Segunda Guerra Mundial à do Iraque, passando pela do Golfo e a do Vietnã – sob a perspectiva dos soldados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, Tate entrevistou vários deles, na ativa ou não, a começar por seu pai, Perry Tate, que serviu na Segunda Guerra Mundial. As letras versam sob a fraternidade entre soldados no campo de batalha, a aflição das famílias à espera de notícias e, principalmente, perdas. Depoimentos foram gravados e usados em várias músicas (como "Unafraid", "At 30,000 Feet" e "If I Were King", por exemnplo), e o resultado é excepcional. Em termos de performance, Wilton não estava sozinho. Tate não é somente um dos melhores vocalistas do mundo, mas tem um poder de interpretação fora do comum. Scott Rockenfield está arrasador, e Eddie Jackson mostra que continua um mestre na hora de escrever linhas de baixo cativantes ("Sliver" e "The Killer" são um belo exemplo). Mas o que conta aqui é a música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gray foi novamente chamado para trabalhar com a banda, assumindo a produção ao lado de Slater, e não apenas a mixagem. A permanência de Slater só pode ser explicada por sua ajuda como compositor, porque mais uma vez a sonoridade ganhou corpo graças a um extra. Felizmente, porque ajudou a criar o clima exato do disco, que intercala e mistura peso e leveza para acompanhar a narrativa. "Sliver" e "Unafraid" abrem o disco de forma arrasadora. A intensidade vai diminuindo sem causar estranheza, com "Hundred Mile Stare" fazendo a ponte perfeita para a belíssima "At 30,000 Feet", e a coisa volta a pegar fogo com "A Dead Man’s Words" e a ótima "The Killer" (um dos arrasos de Rockenfield).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Middle of Hell" e "If I Were King" trazem de volta o lado mais contemplativo do álbum, enquanto "Man Down!" dá um novo soco no estômago do ouvinte. "Remember Me", com um quê de Pink Floyd e uma das músicas mais bonitas já escritas pela banda, acalma novamente os ânimos, que assim seguem com a emocionante "Home Again" (e o duelo entre Tate e sua filha Emily) até o fim mais épico com "The Voice" (que abre com um depoimento de Perry Tate). Do conceito à execução musical e artística (pois aí é obrigatório incluir mais um espetacular trabalho gráfico do genial Hugh Syme), "American Soldier" é um discaço, daqueles para ouvir com fones de ouvido, prestando atenção a todos os detalhes, e lendo as letras e depoimentos no encarte, algo cada vez mais raro de acontecer nos dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hNSTfpV5Akc/TWCTQRPLykI/AAAAAAAAAXw/VtMGvo0jgAg/s1600/queensryche_2009.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575618246398954050" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-hNSTfpV5Akc/TWCTQRPLykI/AAAAAAAAAXw/VtMGvo0jgAg/s320/queensryche_2009.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músicos convidados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emily Tate - vocal&lt;br /&gt;Jason Ames - vocal&lt;br /&gt;A.J. Fratto - vocal&lt;br /&gt;Vincent Solano - vocal&lt;br /&gt;Kelly Gray - guitarra&lt;br /&gt;Damon Johnson - guitarra&lt;br /&gt;Randy Gane – teclados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: O primeiro single foi "If I Were King", lançada digitalmente em duas versões antes de o disco sair. Uma delas não conta com o depoimento de um dos soldados entrevistados. Vencedor de um concurso para subir ao palco e cantar com Geoff Tate, Vincent Solano acabou convidado para participar de "American Soldier", mais precisamente na música "A Dead Man’s Words".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a turnê, a banda fez um set em que tocava apenas músicas do novo álbum, de "Empire" e "Rage for Order". Com set lists variados, todas as faixas de cada um dos discos foram apresentadas ao vivo. Parker Lundgren, que depois se tornaria genro de Tate, substituiu Mike Stone. Como tudo já estava em família, Jason Ames foi chamado para tocar teclados e também guitarra – ele é ex-marido de Susan Tate, atual esposa de você pode imaginar quem. Além disso, Emily Tate participou dos shows cantando a sua parte em "Home Again". Depois disso, o grupo embarcou na turnê "Queensrÿche Cabaret", que apresentava um set list variado e com canções pouco tocadas ao vivo. No entanto, a proposta visual e temática é absolutamente constrangedora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como "Operation: Mindcrime II", por ser um trabalho conceitual, "American Soldier" não foi lançado com bônus no Japão – o último disco a ser lançado com uma faixa de estúdio inédita na Terra do Sol Nascente foi "Hear in the Now Frontier", que contou com "Chasing Blue Sky". "Q2k" e "Tribe" tiveram como bônus versões ao vivo de músicas dos próprios discos: "Sacred Ground" e "Open", respectivamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-4478465151743490683?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/4478465151743490683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=4478465151743490683&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/4478465151743490683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/4478465151743490683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche-american-soldier.html' title='Queensrÿche - American Soldier'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-oWIWaP4h2eU/TWCTY9PhDsI/AAAAAAAAAX4/y7q89bjA9Us/s72-c/queensryche_americansoldier.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-3359153371954146948</id><published>2011-02-20T00:57:00.003-03:00</published><updated>2011-02-20T02:16:35.954-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Take Cover</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kcMCixJXY8w/TWCR5a0baOI/AAAAAAAAAXo/KQswKKUSDFA/s1600/queensryche_takecover.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575616754322467042" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-kcMCixJXY8w/TWCR5a0baOI/AAAAAAAAAXo/KQswKKUSDFA/s320/queensryche_takecover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Take Cover&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 13/11/2007&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: Rhino&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Michael Wilton, Mike Stone e Jason Slater&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 55'40"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Welcome to the Machine (Roger Waters) – 4'54"&lt;br /&gt;2. Heaven on Their Minds (Timothy Rice/Andrew Lloyd Webber) - 4'54"&lt;br /&gt;3. Almost Cut My Hair (David Crosby) - 4'18"&lt;br /&gt;4. For What it's Worth (Stephen Stills) - 2'53"&lt;br /&gt;5. For the Love of Money (Kenny Gamble/Leon Huff/Anthony Jackson) - 4'58"&lt;br /&gt;6. Innuendo (John Deacon/Brian May/Freddie Mercury/Roger Taylor) - 6'11"&lt;br /&gt;7. Neon Knights (Geezer Butler/Ronnie James Dio/Tony Iommi/Bill Ward) - 3'41"&lt;br /&gt;8. Synchronicity II (Sting) - 4'55"&lt;br /&gt;9. Red Rain (Peter Gabriel) - 4'39"&lt;br /&gt;10. Odissea (Carlo Marrale/Cheope) - 3'51"&lt;br /&gt;11. Bullet the Blue Sky [live] (Bono/Edge/Adam Clayton/Larry Mullens) - 10'26"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discos conceituais, MTV Unlugged, apresentação com orquestra (no MTV Music Awards)... Faltava um disco de covers, e o webmaster do site oficial jogou a ideia na mesa. Assim nasceu "Take Cover", que mostra a diversidade musical dos integrantes do Queensrÿche, não necessariamente da banda. Do rock progressivo ao heavy metal, passando pelo pop mais sofisticado e até por uma ópera italiana, há de tudo um pouco. E os comentários música a música no encarte dão uma ideia de onde pode ter vindo a sugestão de cada uma das 11 faixas. Isso porque algumas associações podem ser consideradas surpreendentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Welcome to the Machine", do Pink Floyd, poderia muito bem ter sido uma escolha de Geoff Tate, mas Michael Wilton é o principal fã do grupo inglês dentro do Queensrÿche, que, por sua vez, personalizou a música. Na verdade, ela apenas deixou de ser acústica, ganhou também um saxofone, e ficou soberba. Assim como a composição de Roger Waters, nenhuma foi descaracterizada. Algumas ficaram praticamente idênticas às originais, enquanto outras ganharam um toque extra, que foi do peso a alguns detalhes. Como "Heaven on Their Minds", da ópera-rock "Jesus Christ Superstar", que ganhou ma versão mais rock'n' roll, como bem destacou Mike Stone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Almost Cut My Hair" (Crosby, Stills, Nash, &amp;amp; Young), "For What it's Worth" (Buffalo Springfield) e "For the Love of Money" (The O'Jays) fazem parte do grupo de músicas que boa parte dos fãs teve de correr atrás das originais para saciar a curiosidade. A primeira tem as harmonias de voz e guitarra destacadas por Geoff Tate, que revela a segunda como boa escolha da banda para pequenas apresentações acústicas em rádios. Tem toda razão. E a terceira não poderia ser apresentada por outro integrante que não fosse Eddie Jackson, afinal, seu groove é um deleite para os baixistas (e Tate ainda dá o ar da graça, novamente, com seu saxofone).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Innuendo", do Queen, poderia ser um desafio para qualquer banda, mas não para uma que tem Geoff Tate, e o mesmo pode ser dito de "Neon Knights", do Black Sabbath. O Queensrÿche soube respeitar as originais, assim como as performances de Freddie Mercury e Ronnie James Dio foram brilhantemente reinterpretadas pelo vocalista. E Michael Wilton mostra que é um dos guitarristas mais subestimados do rock, pois toca uma barbaridade sem precisar inflacionar seu ego. O solo de "Innuendo", com sua parte flamenco, é um grande exemplo Ficou digno de aplausos. Quando chega a hora de "Synchronicity II" (The Police), é hora de Scott Rockenfield pagar tributo a uma de suas principais influências: Stewart Copeland. E de um batera genial para outro, ficou tudo perfeitamente bem. Mas, com todo respeito, Stone e Wilton deram um novo gás ao trabalho de Andy Summers nas seis cordas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A excelente "Red Rain", de Peter Gabriel, é mais uma das surpresas. Qualquer um diria na hora que é uma escolha de Tate, fã assumido de Genesis, banda que Gabriel liderou por anos. Mas foi de Rockenfield a tarefa da escolha, e a versão ficou muito próxima à original. Claro, com o toque pessoal que o Queensrÿche imprimiu a todas as canções, aqui principalmente do dono das baquetas, que nos presenteia com uma atuação contagiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ópera italiana "Odissea", composta em 2003 por Marrale e Cheope para os tenores Salvatore Licitra e Marcelo Alvarez, serve para dar um afago no ego de Tate. Mas isso somente porque ele realmente tem capacidade para abrir a boca e não fazer feio. Pelo contrário. E para fechar, uma versão ao vivo de "Bullet the Blue Sky", do U2, gravada na turnê do álbum "Q2k". Ou seja, ainda com Kelly Gray na banda. São pouco mais de dez minutos em que, instrumental perfeito à parte, o vocalista faz um discurso político tão inflamado que deixaria Bono Vox corado de vergonha. E isso não é uma crítica, pois "Take Cover" é, fácil, um dos melhores discos de covers já gravados por qualquer banda de rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hRZ84wSZDDo/TWCRxid2D8I/AAAAAAAAAXg/EO8qGZLYRJs/s1600/queensryche_band-takecover.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575616618936274882" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-hRZ84wSZDDo/TWCRxid2D8I/AAAAAAAAAXg/EO8qGZLYRJs/s320/queensryche_band-takecover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Mike Stone - guitarra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músico convidado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leopoldo Larsen – teclados e orquestração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Cada uma das 11 faixas foi produzida individualmente pelos guitarristas Michael Wilton e Mike Stone (que, no entanto, comandaram os botões a quatro mãos em "Almost Cut My Hair" e "Red Rain") e por Jason Slater, que passou a trabalhar com o grupo em "Operation: Mindcrime II". No entanto, a mixagem e a engenharia de som foram entregues a Kelly Gray. No mínimo, isso evitou que as músicas a cargo de Slater (cinco delas) ficassem com som fraco e sem peso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-3359153371954146948?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/3359153371954146948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=3359153371954146948&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/3359153371954146948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/3359153371954146948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche-take-cover.html' title='Queensrÿche - Take Cover'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-kcMCixJXY8w/TWCR5a0baOI/AAAAAAAAAXo/KQswKKUSDFA/s72-c/queensryche_takecover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-8704827701565933120</id><published>2011-02-20T00:42:00.008-03:00</published><updated>2011-02-20T02:16:26.561-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Sign of the Times: The Best of</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-R8irIf4jWOU/TWCO2sIorgI/AAAAAAAAAXY/Ou3fsYPYukU/s1600/queensryche_signofthetimes.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575613408896134658" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-R8irIf4jWOU/TWCO2sIorgI/AAAAAAAAAXY/Ou3fsYPYukU/s320/queensryche_signofthetimes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Sign of the Times: The Best of&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 28/08/2007&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: Capitol&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Queensrÿche, James Guthrie, Neil Kernon, Peter Collins, James Barton, Kelly Gray e Jason Slater&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção e compilação&lt;/em&gt;: Mike Ragogna e David K. Tedds&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 79'51" (CD 1) / 68'46" (CD 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CD 1&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. Queen of the Reich (Chris DeGarmo) – 4'20"&lt;br /&gt;2. Warning (Geoff Tate/Michael Wilton) - 4'43"&lt;br /&gt;3. Walk in the Shadows (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) - 3'33"&lt;br /&gt;4. Take Hold of the Flame (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 4'53"&lt;br /&gt;5. The Lady Wore Black (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 6'13"&lt;br /&gt;6. I Don't Believe in Love (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 4'22"&lt;br /&gt;7. Eyes of a Stranger (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 6'35"&lt;br /&gt;8. Silent Lucidity (Chris DeGarmo) - 5'44"&lt;br /&gt;9. Bridge (Chris DeGarmo) - 3'28"&lt;br /&gt;10. Jet City Woman (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 5'21"&lt;br /&gt;11. Another Rainy Night (Without You) (Chris DeGarmo/Eddie Jackson/Geoff Tate) - 4'27"&lt;br /&gt;12. Sign of the Times (Chris DeGarmo) - 3'31"&lt;br /&gt;13. I Am I (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 3'57"&lt;br /&gt;14. Real World (Queensrÿche/Michael Kamen) - 4'20"&lt;br /&gt;15. Some People Fly (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 5'15"&lt;br /&gt;16. Until There Was You (Queensrÿche) - 4'01"&lt;br /&gt;17. All the Promises (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 5'08"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CD 2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Take Hold of the Flame (Myth) - 5'08"&lt;br /&gt;2. Walk in the Shadows (Myth) - 3'15"&lt;br /&gt;3. Before the Storm (Myth) - 2'54"&lt;br /&gt;4. Waiting for the Kill (Chris DeGarmo) - 4'41"&lt;br /&gt;5. No Sanctuary (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 6'23"&lt;br /&gt;6. Prophecy (Chris DeGarmo) - 3'52"&lt;br /&gt;7. I Dream in Infrared [1991 acoustic remix] (Geoff Tate/Michael Wilton) - 3'59"&lt;br /&gt;8. Dirty Lil Secret (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 4'07"&lt;br /&gt;9. Last Time in Paris (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 3'56"&lt;br /&gt;10. Scarborough Fair (Art Garfunkel/Paul Simon) 3'49"&lt;br /&gt;11. Della Brown [MTV Unplugged] (Chris DeGarmo/Scott Rockenfield/Geoff Tate) - 6'01"&lt;br /&gt;12. Someone Else? (with full band) (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 7'12"&lt;br /&gt;13. Silent Lucidity (Chris DeGarmo) - 5'48"&lt;br /&gt;14. Chasing Blue Sky (Scott Rockenfield/Geoff Tate) - 3'39"&lt;br /&gt;15. Justified (Chris DeGarmo) - 4'02"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente pela Capitol Records, uma de suas subsidiárias, a EMI aproveitou o bom momento do Queensrÿche para colocar no mercado mais uma coletânea. "Operation: Mindcrime II" havia alcançado a 14ª colocação no Top 200 da Billboard (a mais alta da banda desde Promised Land, de 1994), e a gravadora, então, caprichou com "Sign of the Times: The Best of Queensrÿche", a compilação definitivamente do quinteto. Duas versões chegaram ao mercado, e a deluxe edition, dupla, é coisa muito fina. Ambas as edições – a standard tem apenas as 17 músicas do primeiro CD – contam com o espetacular trabalho gráfico de Hugh Syme, que já havia trabalhado com a banda nos álbuns "Hear in the Now Frontier", "Promised Land" e "Greatest Hits", e posteriormente em "American Soldier". Os encartes são não menos que fabulosos. Primeiro ponto positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CD 1 não traz nenhuma novidade, e as músicas de todos os álbuns – sim, "Operation: Mindcrime II", lançado pela Rhino, da Warner, e "Q2k", da Atlantic", estão representados – não aparecem em ordem cronológica. Estão lá obviedades como "Queen of the Reich", "Walk in the Shadows", "Take Hold of the Flame", "Eyes of a Stranger" e "Silent Lucidity" e "Jet City Woman", mas é legal ver a maravilhosa "Some People Fly" entre elas, além de duas faixas mais, digamos, obscuras, também darem o ar da graça: a belíssima "Until There Was You", da era Kelly Gray, e "Real World", da trilha sonora de "O Último Grande Herói".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é no CD 2 que o bicho pega. Para fã mais hardcore, 14 das 15 faixas não eram surpresas, afinal, há uma série de singles, relançamentos e bootlegs em que é possível encontrá-las. Mas disponibilizá-las oficialmente é que foi o grande lance. A começar pelas três músicas do Myth, banda que contava com Geoff Tate e Kelly Gray – Richard Gibson (baixo), Jimmy Parsons (bateria) e Randy Gaines (teclados) completavam a formação. Para quem nunca havia escutado "Take Hold of the Flame", "Walk in the Shadows" e "Before the Storm" se engana facilmente pelos títulos das canções, que nada têm a ver musicalmente com as que foram gravadas posteriormente pelo Queensrÿche. Apesar dos teclados bastante presentes, o gosto de Tate pelo rock progressivo não aflora. Falamos de heavy metal em estado bruto, e "Before the Storm" é especialmente a música mais empolgante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão demo da inédita "Waiting for the Kill" traz ideias que posteriormente foram aproveitadas em outras faixas de "The Warning". O começo nada mais é do que o fim de "Before the Storm" que dá a deixa para o início de "Child of Fire", enquanto o solo é uma versão estendida do que encontramos em "NM 156". Já "No Sanctuary" está muito próxima da canção final, que entrou no álbum de estreia apenas mais bem lapidada. Daí até o fim, entre faixas lado B de singles – "Dirty Lil Secret" e "Chasing Blu Sky" – e gravadas para trilhas de filme – "Last Time in Paris" – há apenas duas novidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A começar por "Della Brown" retirada do MTV Unplugged, e é uma pena que não tenham incluído também "The Lady Wore Black", pois assim todas as cinco originais do programa teriam sido lançadas oficialmente – "Silent Lucidity", "The Killing Words" e "I Will Remember" saíram como bônus da edição remasterizada de "Hear in the Now Frontier". Vale lembrar, no entanto, que a banda improvisou "Anybody Listening?", "Scarborough Fair" (Simon &amp;amp; Garfunkel) e "Keep on Rockin" in the Free World" (Neil Young), que não foram ao ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o melhor ficou para o fim: "Justified", composição de Chris DeGarmo que ficou inacabada durante o processo de gravação de "Tribe". Ela não apenas seria uma das melhores faixas do álbum, como é uma das melhores composições gravadas pelo grupo na última década. Peso na medida certa, um trabalho de guitarra exemplar e um andamento quebrado se juntam a um refrão sensacional. Tudo para aumentar o sonho dos fãs de que um dia a formação original possa se reunir para um gravar um disco 100% junta e sair em turnê. Mas até aí já se passaram mais de três anos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LatBal1xFws/TWCOum5nHZI/AAAAAAAAAXQ/zKiPX1xQdB0/s1600/queensryche_band-signofthetimes.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575613270051986834" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-LatBal1xFws/TWCOum5nHZI/AAAAAAAAAXQ/zKiPX1xQdB0/s320/queensryche_band-signofthetimes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Chris DeGarmo - guitarra&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kelly Gray - guitarra (faixa 16 do CD 1)&lt;br /&gt;Mike Stone - guitarra (faixa 17 do CD 1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Há mais quatro coletâneas do Queensrÿche lançadas, mas nenhuma é considerada pela própria banda como parte da sua discografia oficial. "The Essential" (2006), da Capitol Records, faz parte de uma série que agraciou também outros artistas da gravadora. O mesmo vale para "Extended Versions", da Sony BMG, lançamento um tanto quanto bizarro: são dez faixas ao vivo tiradas de "Live Evolution", mas a capa traz uma foto da formação com Mike Stone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The Collection", da EMI, é a mais recente. Lançada em 2008, faz um apanhado até interessante da época em que o quinteto era da gravadora, afinal, não deixa de ser uma surpresa encontrar canções como "Nightrider", "Resistance", "Promised Land", "Out of Mind", "Cuckoo"s Nest" e "spOOL" numa coletânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, "Face to Face" (2006) é curioso. Colocada no mercado pela Silverline, da Sanctuary, traz apenas músicas de "Tribe" e do homônimo álbum solo de Geoff Tate, num total de 12 faixas (seis para cada). Para completar, é Dual Disc: seu lado DVD tem todas as canções em surround sound, galeria de fotos, "Desert Dance" (Queensrÿche) ao vivo e um pequeno documentário sobre o trabalho de Tate. Nada inédito, pois tudo está no DVD-Audio de cada disco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-8704827701565933120?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/8704827701565933120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=8704827701565933120&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/8704827701565933120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/8704827701565933120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche-sign-of-times-best-of.html' title='Queensrÿche - Sign of the Times: The Best of'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-R8irIf4jWOU/TWCO2sIorgI/AAAAAAAAAXY/Ou3fsYPYukU/s72-c/queensryche_signofthetimes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-7106639167838140939</id><published>2011-02-20T00:37:00.008-03:00</published><updated>2011-07-15T19:07:22.581-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Mindcrime at The Moore</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-V4pV1Fyv8YU/TWCNGqlFhmI/AAAAAAAAAXI/3P4xJikGDRI/s1600/queensryche_mindcrimeatthemoore.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575611484333246050" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-V4pV1Fyv8YU/TWCNGqlFhmI/AAAAAAAAAXI/3P4xJikGDRI/s320/queensryche_mindcrimeatthemoore.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Mindcrime at The Moore&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 03/07/2007&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: Rhino&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Jason Slater e Ted Hall&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 71'55" (CD 1) / 73'57" (CD 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CD 1&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. I Remember Now (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 1'36"&lt;br /&gt;2. Anarchy-X (Chris DeGarmo) – 1'38"&lt;br /&gt;3. Revolution Calling (Geoff Tate/Michael Wilton) – 5'26"&lt;br /&gt;4. Operation: Mindcrime (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'51"&lt;br /&gt;5. Speak (Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'58"&lt;br /&gt;6. Spreading the Disease (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'38"&lt;br /&gt;7. The Mission (Chris DeGarmo) – 6'46"&lt;br /&gt;8. Suite Sister Mary (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 11'10"&lt;br /&gt;9. The Needle Lies (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'46"&lt;br /&gt;10. Electric Requiem (Scott Rockenfield/Geoff Tate) – 3'55"&lt;br /&gt;11. Breaking the Silence (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'33"&lt;br /&gt;12. I Don't Believe in Love (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'33"&lt;br /&gt;13. Waiting for 22 (Chris DeGarmo) – 1'30"&lt;br /&gt;14. My Empty Room (Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'24"&lt;br /&gt;15. Eyes of a Stranger (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 8'11"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CD 2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Freiheit Ouvertüre (Eddie Jackson/Jason Slater/Mike Stone) – 1'57"&lt;br /&gt;2. Convict (Geoff Tate) – 0'09"&lt;br /&gt;3. I'm American (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'40"&lt;br /&gt;4. One Foot in Hell (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 4'37"&lt;br /&gt;5. Hostage (Eddie Jackson/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'48"&lt;br /&gt;6. The Hands (Jason Slater/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'35"&lt;br /&gt;7. Speed of Light (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'12"&lt;br /&gt;8. Signs Say Go (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'17"&lt;br /&gt;9. Re-Arrange You (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'10"&lt;br /&gt;10. The Chase (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'13"&lt;br /&gt;11. Murderer? (Jason Slater/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'34"&lt;br /&gt;12. Circles (Eddie Jackson/Jason Slater/Geoff Tate) – 3'19"&lt;br /&gt;13. If I Could Change it All (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 4'27"&lt;br /&gt;14. An Intentional Confrontation (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 2'34"&lt;br /&gt;15. A Junkie's Blues (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'33"&lt;br /&gt;16. Fear City Slide (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 4'57"&lt;br /&gt;17. All the Promises (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 5'57"&lt;br /&gt;18. Walk in the Shadows (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 5'37"&lt;br /&gt;19. Jet City Woman (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 7'01"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A turnê para promover "Operation: Mindcrime II" não poderia resultar em outra coisa. Com a produção montada para contar toda a história dos personagens Nikki, Mary e Dr. X (palco especial e atores, por exemplo), era óbvio que o espetáculo seria registrado oficialmente. O CD e DVD duplos "Mindcrime at The Moore" são o sonho de consumo de qualquer fã. Se a primeira parte já havia sido apresentada na íntegra em duas oportunidades anteriores, na turnê do álbum "Empire" e no "An Evening With Queensrÿche" (2004 e 2005), acompanhar o todo como se estivesse assistindo a uma peça de teatro é algo único.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, com os dois disquinhos de áudio só é possível se deleitar com a música, portanto, o DVD, sim, é a parte indispensável do pacote. Mas fã que é fã tem os dois, e o CD (com uma caprichada embalagem em slipcase) pode parar no iPod, serve para ouvir no carro... E vamos nos ater à música. A primeira parte do show, ou seja, a obra-prima "Operation: Mindcrime", é apresentada exatamente como na turnê anterior. Pamela Moore tem uma participação maior nos vocais de apoio, assim como na voz principal (vide "Spreading the Disease"). Mudanças pouco significativas acontecem nas introduções de "Revolution Calling" e "Speak", e a participação do Seattle Seahawks Drum Line apenas encorpa "Anarchy-X".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande destaque fica por conta dos arranjos do piaqnista Michael Igor Dellasandra. Ex-compositor do Vaticano, ele deu nova cara a pérolas como "The Mission", que ficou ainda mais bonita; "Electric Requiem", na qual Geoff Tate dá a carga dramática ideal a Nikki no momento em que ele encontra Mary morta; e "My Empty Room", com destaque também para Scott Rockenfield. Infelizmente, aqui todas as partes de piano são pré-gravadas, pois Dellasandra não pôde participar da turnê. Seu trabalho, no entanto, é mesmo digno do melhor disco conceitual da história do heavy metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Individualmente, vale destacar que Mike Stone resolveu respeitar a estrutura dos solos originalmente escritos por Chris DeGarmo. Apesar de sempre imprimir seu estilo, não os descaracterizou como vinha fazendo, o que resultou numa chuva de críticas. Ainda assim, o improviso ao fim de "Suite Sister Mary" não superou o de Kelly Gray em "Live Evolution". O mesmo serve para o solo de "Jet City Woman", no qual ele realmente não conseguia acertar a mão – "Walk in the Shadows" é o outro bônus do show, no bis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os seus méritos aparecem em "Operation: Mindcrime II", conforme resenhado aqui. Havia tempo que o Queensrÿche não entregava tantos solos de guitarra ao fã, principalmente os dobrados. Claro, a química entre Michael Wilton e DeGarmo é incomparável, mas sejamos justos: neste aspecto, Stone deu uma sacudida na banda. Na segunda parte, as músicas são executadas praticamente como as ouvimos no disco de estúdio, à exceção de "Freiheit Ouverture", que ganhou curtas harmonias de guitarra, e, felizmente, de "Circles". Antes uma chatice sem fim, esta passou a uma canção com um interessante quê de bluegrass, incluindo um solo de guitarra típico. Cortesia de Stone, diga-se. E a história? Assista ao DVD e saiba o que acontece com Dr. X e Nikki.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-h_cJBLY_Xpw/TWCM-27pY6I/AAAAAAAAAXA/qFhbPhal6zk/s1600/queensryche_band-mindcrimeatthemoore.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575611350210143138" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-h_cJBLY_Xpw/TWCM-27pY6I/AAAAAAAAAXA/qFhbPhal6zk/s320/queensryche_band-mindcrimeatthemoore.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Mike Stone - guitarra&lt;br /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músicos convidados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ronnie James Dio – vocal&lt;br /&gt;Pamelo Moore – vocal&lt;br /&gt;Seattle Seahawks Drum Line - percussão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Em anos anteriores, Geoff Tate usou "Saudi Arábia" ou "South America" em "Spreading the Disease" para ironizar o governo americano, mas aqui ele pega mais pesado e vai direto ao ponto para criticar George W. Bush e sua tentativa de comprometer o povo americano com a guerra depois dos incidentes de 11 de setembro – cartazes com as frases "U.S. out of Iraq", "War is terrorism" e, principalmente, "Someboy give Bush a blowjob so we can impeach him!!" deixam bem claro a postura social e política da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se há alguma dúvida de que o DVD é essencial, ela acaba com um dos extras. Ronnie James Dio se apresentou uma única vez ao vivo com a banda para interpretar Dr. X em "The Chase". Foi no dia 5 de outubro de 2006, no Gibson Amphitheatre, em Universal City, Califórnia. Se ouvir já é emocionante, assistir ao vídeo é de arrancar lágrimas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-7106639167838140939?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/7106639167838140939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=7106639167838140939&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/7106639167838140939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/7106639167838140939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche-mindcrime-at-moore.html' title='Queensrÿche - Mindcrime at The Moore'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-V4pV1Fyv8YU/TWCNGqlFhmI/AAAAAAAAAXI/3P4xJikGDRI/s72-c/queensryche_mindcrimeatthemoore.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-8284897252192353817</id><published>2011-02-20T00:24:00.007-03:00</published><updated>2011-02-20T02:16:07.232-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Operation: Mindcrime II</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-low5NiUQr10/TWCKy1HBDFI/AAAAAAAAAW4/EvfyncrpBDM/s1600/queensryche_operationmindcrimeII.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575608944539274322" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-low5NiUQr10/TWCKy1HBDFI/AAAAAAAAAW4/EvfyncrpBDM/s320/queensryche_operationmindcrimeII.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Operation: Mindcrime II&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 04/04/2006&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: Rhino&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Queensrÿche e Jason Slater&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 60'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Freiheit Ouvertüre (Eddie Jackson/Jason Slater/Mike Stone) – 1'35"&lt;br /&gt;2. Convict (Geoff Tate) – 0'08"&lt;br /&gt;3. I'm American (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 2'53"&lt;br /&gt;4. One Foot in Hell (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 4'12"&lt;br /&gt;5. Hostage (Eddie Jackson/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'29"&lt;br /&gt;6. The Hands (Jason Slater/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'36"&lt;br /&gt;7. Speed of Light (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'12"&lt;br /&gt;8. Signs Say Go (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'16"&lt;br /&gt;9. Re-Arrange You (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'11"&lt;br /&gt;10. The Chase (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'09"&lt;br /&gt;11. Murderer? (Jason Slater/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'33"&lt;br /&gt;12. Circles (Eddie Jackson/Jason Slater/Geoff Tate) – 2'58"&lt;br /&gt;13. If I Could Change it All (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 4'27"&lt;br /&gt;14. An Intentional Confrontation (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 2'32"&lt;br /&gt;15. A Junkie's Blues (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 3'41"&lt;br /&gt;16. Fear City Slide (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 4'58"&lt;br /&gt;17. All the Promises (Jason Slater/Mike Stone /Geoff Tate) – 5'10"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a saída de Chris DeGarmo, o Queensrÿche vinha sofrendo críticas por ter perdido a identidade, e revisitar o passado, principalmente uma sonoridade mais pesada, acabou sendo inevitável. A ideira de dar continuidade à obra-prima "Operation: Mindcrime" acabou casando com o cenário político dos Estados Unidos. Dezoito anos separaram um trabalho do outro, mas algumas coincidências motivaram Geoff Tate a montar a sequência: se antes havia o George Bush pai na presidência, agora George W. Bush, o filho, ocupava a principal cadeira da Casa Branca. Se um governo foi responsável pela Guerra do Golfo, outro começara a Guerra do Iraque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o fã, as críticas ao governo vinham em segundo plano. Todos sempre quiseram saber quem havia matado Mary – o que, diga-se, foi respondido na turnê que o quinteto fez antes de "Operation: Mindcrime II" ser lançado – e o que acontecera a Nikki e Dr. X. Pois bem, é hora do spoiler: de todas as especulações ao longo do ano, a "verdade"quase não foi levada em conta. O home video "Video: Mindcrime" tinha uma cena que dava a entender que o Padre seria o assassino, até porque ele aparecia morto logo em seguida (queima de arquivo). Outros apostavam em Nikki, que, sob efeito de drogas, a teria matado. Nada disso: ameaçada por Dr. X, Mary cometeu suicídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desvendado o mistério, "Operation: Mindcrime II" trata da saída de Nikki da prisão, 18 anos depois, e a sua obsessão por derrubar o império criado por Dr. X ao longo de quase duas décadas. E o desfecho fica por sua conta. Ouça o CD. Musicalmente, o álbum foi feito para, de fato, agradar aos fãs mais turrões, ou seja, é um disco de heavy metal. Felizmente, repleto de boas músicas, algumas excelentes. Infelizmente, muito mal produzido, e a culpa é única e exclusiva de Jason Slater. As guitarras são estridentes, e o som da bateria chega a ser amador, dando a impressão de que Scott Rockenfield usou pratos de quinta categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco, no entanto, traz de volta algo que o Queensrÿche sempre fez muito bem: os solos de guitarra, principalmente os dobrados. Ponto para Mike Stone, responsável direto por esse resgate. Ele e Michael Wilton estão afiadíssimos, assim como Eddie Jackson, que mais uma vez nos brinda com linhas de baixo de extremo bom gosto. Vide "Hostage" e "The Hands", duas das melhores do disco. Curiosamente, o ápice da história é acompanhado por quatro músicas de tirar o fôlego: "Signs Say Go", "Re-Arrange You", "The Chase" e "Murderer?", que combinam perfeitamente o clima musical com o rumo dos principais personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The Chase", aliás, é um bálsamo: Ronnie James Dio interpreta Dr. X num embate verbal com Nikki, interpretado, claro, por Geoff Tate. É simplesmente de arrepiar o duelo entre o maior vocalista da História do rock e seu melhor pupilo – e que me perdoem os fãs xiitas do Judas Priest, mas ainda bem que o papel de vilão não ficou com Rob Halford, como foi amplamente cogitado antes de Dio ser anunciado como convidado especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí para frente, fora a chatíssima "Circles", temos um apanhado de boas canções, com destaque para "Fear City Slide", que servem de trilha sonora para Nikki, assombrado pelo "fantasma" de Mary (sim, Pamela Moore participa – e muito – do disco), lidar com seus demônios até decidir o que fazer da vida após o seu derradeiro encontro com Dr. X. "Operation: Mindcrime II", óbvio, não chega aos pés da primeira parte, e tenho certeza de que nem era a intenção da banda superá-la ("Operation: Mindcrime" não é somente uma obra-prima, é também o melhor disco conceitual do heavy metal em todos os tempos). Mas é um trabalho digno de uma das bandas mais inquietas e originais que o mundo do rock pesado tem o privilégio de contar em suas fileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-o010pf5T4IY/TWCKMsk1PGI/AAAAAAAAAWw/KkL6xkxfQN8/s1600/queensryche_2006.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575608289413381218" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-o010pf5T4IY/TWCKMsk1PGI/AAAAAAAAAWw/KkL6xkxfQN8/s320/queensryche_2006.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Mike Stone - guitarra&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músicos convidados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ronnie James Dio - vocal&lt;br /&gt;Pamela Moore - vocal&lt;br /&gt;Miranda Tate - vocal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Pouco antes do lançamento do álbum, o site oficial do Queensrÿche divulgou o track list e os respectivos autores de cada música. Não demorou muito para que todos os créditoso fossem retirados, e eles também não aparecem no encarte do CD. Segundo as más linguas, a banda optou por tentar esconder a necessidade de ter gente de fora para ajudar no processo de composição. Mais especificamente, o produtor Jason Slater – oficializado como segundo guitarrista, Mike Stone também tem papel de destaque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verdade ou mentira, o fato é que o Queensrÿche realmente precisa de uma força-motriz para guiá-lo na hora de escrever as músicas. Sem Chris DeGarmo, Kelly Gray assumiu o papel em "Q2k", e depois o próprio DeGarmo retornou para dar uma mão em "Tribe". Esse tipo de situação voltaria a acontecer em "American Soldier", mas isso fica mais para frente. Para completar, duas curiosidades: "Operation: Mindcrime II" não teve faixa bônus em nenhum mercado, e a voz em "Convict" é de Scott Rockenfield.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-8284897252192353817?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/8284897252192353817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=8284897252192353817&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/8284897252192353817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/8284897252192353817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/02/queensryche-operation-mindcrime-ii.html' title='Queensrÿche - Operation: Mindcrime II'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-low5NiUQr10/TWCKy1HBDFI/AAAAAAAAAW4/EvfyncrpBDM/s72-c/queensryche_operationmindcrimeII.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-1068036266644535002</id><published>2011-01-31T21:10:00.003-02:00</published><updated>2011-02-20T02:15:58.341-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - The Art of Live</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSQZtzAWBI/AAAAAAAAAWE/g7M7sz5eMl4/s1600/queensryche_theartoflive.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563230211174062098" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSQZtzAWBI/AAAAAAAAAWE/g7M7sz5eMl4/s320/queensryche_theartoflive.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;The Art of Live&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 08/06/2004&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: Sanctuary&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Queensrÿche&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 67'03"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Tribe (Eddie Jackson/Scott Rockenfield/Geoff Tate/Michael Wilton) – 6'09"&lt;br /&gt;2. Sign of the Times (Chris DeGarmo) – 3'39"&lt;br /&gt;3. Open (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'40"&lt;br /&gt;4. Losing Myself (Mike Stone/Geoff Tate) – 4'08"&lt;br /&gt;5. Desert Dance (Chris DeGarmo/Scott Rockenfield/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'14"&lt;br /&gt;6. The Great Divide (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'39"&lt;br /&gt;7. Rhythm of Hope (Eddie Jackson/Scott Rockenfield/Geoff Tate) – 3'37"&lt;br /&gt;8. My Global Mind (Chris DeGarmo/Scott Rockenfield/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'18"&lt;br /&gt;9. Roads to Madness (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 5'09"&lt;br /&gt;10. Della Brown (Chris DeGarmo/Scott Rockenfield/Goeff Tate) – 6'21"&lt;br /&gt;11. Anybody Listening? (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 6'48"&lt;br /&gt;12. Breaking the Silence (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'37"&lt;br /&gt;13. The Needle Lies (Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'14"&lt;br /&gt;14. Best I Can (Chris DeGarmo) – 5'30"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada, não vamos confundir track list com set list. Não deixa de ser irônico um fã do Queensrÿche, uma banda que nunca se repetiu disco após disco, reclamar que em "The Art of Live" não há vários hits e clássicos – na verdade, um fã no papel de crítico especializado. Sim, "Empire", "Walk in the Shadows" e "Take Hold of the Flame" estão ausentes. Mas você as tem em "Live Evolution", e aqui apenas uma das 14 músicas também pode ser encontrada no duplo lançado em 2001. Mais do que isso, elas tinham lugar cativo no set list da turnê que a banda de Seattle fez para promover o ótimo "Tribe". Ou alguém acha mesmo que os shows duram apenas os 67'03" do CD?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é absolutamente natural que seis das 14 faixas sejam do novo disco, afinal, o Queensrÿche é uma das poucas bandas que realmente caem na estrada para divulgar o trabalho mais recente - o Iron Maiden é outro que faz parte do time. Sendo assim, a lamentar apenas a inclusão de "Losing Myself", a única faixa descartável em "Tribe". As outras cinco, no entanto, compensam com sobras. Das ótimas "Tribe" e "Open" às excelentes "Desert Dance" e "The Great Divide" (com a inclusão de um simples e belíssimo solo de Michael Wilton), ainda é impossível ficar indiferente à espetacular "Rhythm of Hope".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música é bonita até dizer chega, tem uma arranjo de cordas impecável e é apresentada dentro de um excelente set acústico que inclui "Roads to Madness" - presente em "Live Evolution", diga-se, mas em versão "plugada" - e a agradável surpresa "My Global Mind", nas quais Scott Rockenfield e Geoff Tate dão uma verdadeira aula. O batera com seus detalhes e quebradas preciosos, e o vocalista mostrando (mais uma vez) o porquê de ser um dos melhores do rock em todos os tempos. E se isso não é surpresa, o grupo tratou de aprontar algumas das boas, a começar pela ótima "Sign of the Times", do subestimado "Hear in the Now Frontier".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para lembrar que o multiplatino "Empire" não vive só de "Silent Lucidity", o quinteto mandou ver em "Best I Can", que voltou ao set depois de mais de dez anos, e nas raridades "Anybody Listening?" e "Della Brown". Esta, então, é uma verdadeira bênção, com um trabalho impecável de Rockenfield, ótimas performances de Wilton e Mike Stone, num dos raros momentos em que não deixa os solos desconfigurados, e a bela linha de baixo de Eddie Jackson. Os quatro acabam encarnado o espírito do Queensrÿche: instrumentistas excepcionais fazendo música complexa sem apelar para exibicionismos gratuitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, alguma coisa de "Operation: Mindcrime" tinha de estar presente. Ressaltar as qualidades de" Breaking the Silence" e "The Needle Lies" é desnecessário, pois fazem parte do melhor disco conceitual da história do heavy metal. É claro que dá vontade de ouvir muito mais, mas aí é so pegar o trabalho de estúdio, depois o "Operation: LIVEcrime" e fechar com "Live Evolution". "The Art of Live" é um complemento de luxo para os dois álbuns ao vivo anteriores. Quem é fã, mas fã de verdade, sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSQRmn9wdI/AAAAAAAAAV8/u2dtfYWMt9o/s1600/queensryche_2003b.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563230071809753554" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSQRmn9wdI/AAAAAAAAAV8/u2dtfYWMt9o/s320/queensryche_2003b.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Mike Stone - guitarra&lt;br /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: "The Art of Live" saiu primeiramente em DVD, e o lançamento em CD não estava programado. No primeiro formato, totalmente com imagens em sépia, há "Comfortably Numb", do Pink Floyd, e "Won't Get Fooled Again", do The Who, tocadas junto com o pessoal do Dream Theater – com o perdão da sinceridade, é constrangedor ouvir James LaBrie cantar com Geoff Tate. No disquinho de áudio, elas foram substituídas por "Anybody Listening?".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-1068036266644535002?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/1068036266644535002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=1068036266644535002&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/1068036266644535002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/1068036266644535002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-art-of-live_31.html' title='Queensrÿche - The Art of Live'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSQZtzAWBI/AAAAAAAAAWE/g7M7sz5eMl4/s72-c/queensryche_theartoflive.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-3038652193490757319</id><published>2011-01-31T21:09:00.002-02:00</published><updated>2011-02-20T02:15:49.658-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Tribe</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSL_J6eMHI/AAAAAAAAAVk/zbkt7ajZ44w/s1600/queensryche_tribe.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563225356818591858" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSL_J6eMHI/AAAAAAAAAVk/zbkt7ajZ44w/s320/queensryche_tribe.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Tribe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 22/07/2003&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: Sanctuary&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Queensrÿche&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 41'39"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Open (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'32"&lt;br /&gt;2. Losing Myself (Mike Stone/ Geoff Tate) – 4'12"&lt;br /&gt;3. Desert Dance (Chris DeGarmo/Scott Rockenfield/Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'57"&lt;br /&gt;4. Falling Behind (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'28"&lt;br /&gt;5. The Great Divide (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'01"&lt;br /&gt;6. Rhythm of Hope (Eddie Jackson/Scott Rockenfield/ Geoff Tate) – 3'31"&lt;br /&gt;7. Tribe (Eddie Jackson/Scott Rockenfield/ Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'39"&lt;br /&gt;8. Blood (Scott Rockenfield/ Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'13"&lt;br /&gt;9. The Art of Life (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'12"&lt;br /&gt;10. Doin' Fine (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 3'54"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precursor do progressive metal e responsável pelo melhor disco conceitual do heavy metal em todos os tempos ("Operation: Mindcrime"), o Queensrÿche completou dez anos sem ser mais o que muitos fãs e boa parte da imprensa especializada gostariam que fosse. Ou continuasse sendo, tanto faz. O grupo nunca foi de lançar um disco igual ao outro, mas "Hear in the Now Frontier" (1997) e "Q2k" (1999) desagradaram – o primeiro bem menos que o segundo – a muita gente com seu som mais simples do que o habitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meteórico retorno de Chris DeGarmo, apenas para compor e gravar o novo disco, foi um sopro de esperança para os mais radicais, mas se alguém estava esperando um novo "Empire" ou uma continuação do "Operation: Mindcrime", que ironicamente viria em seguida, deu com os burros n'água. "Tribe" não é nem um, nem outro, mas é mais Queensrÿche que os dois trabalhos anteriores. O disco, de fato, é o melhor da banda desde "Promised Land" (1994), inclusive trazendo muito da aura deste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro single do álbum, "Open" é um belíssimo cartão de visitas: pesada, com um ótimo riff, um refrão digno da banda, e Geoff Tate mostrando o porquê de ser uma das melhores vozes do rock em todos os tempos. O começo animador quase vai por água abaixo com "Losing Myself", composta pelo vocalista junto a Mike Stone, que logo em seguida assumiria a segunda guitarra como músico contratado para a turnê, para depois ser efetivado no posto. Os efeitos sonoros são bem chatinhos, e a canção não empolga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Desert Dance" apaga com louvor a má impressão. Uma discreta melodia árabe na guitarra, riffs poderosos e uma pegada que só não contagia quem está de mal com a vida. Se nas três primeiras faixas o saldo é positivo, a trinca que vem a seguir serve para lavar a alma do fã que passou os últimos anos fazendo birra. "Falling Behind" é extramamente agradável, com um belo clima acústico, e DeGarmo fazendo bom uso do slide; "The Great Divide" mantém o clima tranquilo, com um arranjo bonito e eficiente, sem contar mais um refrão singular; e "Rhythm of Hope"... Parágrafo à parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem músicas que nascem perfeitas, aquelas que valem todo o álbum, que fazem da simples audiçao do CD um imenso prazer. "Rhythm of Hope" é um destes casos, um raro momento de extremo bom gosto: melodia, refrão, letra e execução aliados a um belo arranjo de orquestra - conduzida de Tim Truman - para ouvir e interromper a audição do CD. É usar o controle remoto para voltar à música, escutá-la mais algumas vezes antes de continuar até o fim do trabalho. Brilhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento heavy metal fica por conta da faixa-título, cortesia do sempre ótimo baixista Eddie Jackson. Andamento tribal (sem trocadilhos, por favor) e um riff pesadíssimo abrindo passagem para Tate cantar que "somos todos a mesma tribo", uma alusão à transformação por que passava o mundo com guerras e atentados sem propósito racional (vários temas abordam, de forma singela, o assunto, dos atentados de 11 de setembro à prepotência americana que se seguiu a eles). "Blood" mostra o baterista Scott Rockenfield inspirado - o que não é nenhuma novidade - e responsável por uma marcação percussiva bem legal, além de um ótimo groove no refrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima de "Promised Land" está bem presente na excelente "The Art of Life", com Tate explorando o tom mais grave da sua voz, o que casou perfeitamente com a citação de um trecho de "Os ensinamentos de Don Juan", do escritor e antropólogo Carlos Castaneda. O vocalista, diga-se, ratifica uma performance espetacular em todo o disco. A música traz um andamento um pouco mais arrastado, um saxofone de leve e mais uma aula de como duas guitarras devem ser trabalhadas numa banda (a lamentar também que os solos sejam poucos e curtos, ainda mais com guitarristas do nível de Michael Wilton e DeGarmo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A excelente "Doin' Fine" apresenta elementos típicos da banda, com um pique meio "Empire", e fecha o disco em alto astral, com uma letra totalmente positiva - trazendo à tona outro mérito do novo disco. Acostumado a escrever letras inteligentes, Tate ainda comete alguns deslizes – "Losing Myself", mais uma vez, e "Desert Dance", compensada pelo excelente instrumental - mas se redime do fraco trabalho em "Q2k". O encarte não traz nenhuma delas, mas você encontra todas no site oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSLXwIJWNI/AAAAAAAAAVc/Viu5Mj0MQGs/s1600/queensryche_2003.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563224679881726162" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSLXwIJWNI/AAAAAAAAAVc/Viu5Mj0MQGs/s320/queensryche_2003.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;Chris DeGarmo - guitarra&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músico convidado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mike Stone - guitarra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: "Tribe" seria mesmo a volta definitiva da formação original do Queensrÿche, e as primeiras fotos de divulgação traziam Chris DeGarmo em todas elas. A banda começaria a turnê pela Europa, e o guitarrista havia sido oficialmente confirmado. No entanto, sem mais explicações, em um comunicado de Scott Rockenfield foi avisado que os planos haviam mudado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mike Stone acabou convidado para fazer os shows, e o CD foi lançado contendo a foto do Queensrÿche como um quarteto. No entanto, a imagem era da mesma sessão de fotos divulgada anteriormente, e DeGarmo foi simplesmente apagado (créditos para o Photoshop). Em relação às letras, uma curiosidade: pela primeira vez Tate usou a palavra "baby" no sentindo Whitesnake de ver a vida. Em "Desert Dance". Uma versão ao vivo de "Open" foi o bônus da edição japonesa, e "Tribe" também ganhou uma versão em DVD Audio, incluindo som 5.1, clipe ao vivo de "Desert Dance", letras e galeria de fotos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-3038652193490757319?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/3038652193490757319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=3038652193490757319&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/3038652193490757319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/3038652193490757319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-tribe_31.html' title='Queensrÿche - Tribe'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSL_J6eMHI/AAAAAAAAAVk/zbkt7ajZ44w/s72-c/queensryche_tribe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-3085450290655929067</id><published>2011-01-31T20:37:00.012-02:00</published><updated>2011-02-20T02:15:39.878-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Classic Masters</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TUc9EFpMmUI/AAAAAAAAAWU/AV7N84Y6-9c/s1600/queensryche_classicmasters.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568486604710648130" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TUc9EFpMmUI/AAAAAAAAAWU/AV7N84Y6-9c/s320/queensryche_classicmasters.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Classic Masters&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 11/03/2003&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: Capitol&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Queensrÿche, James Guthrie, Ron Nevison e Peter Collins&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 54'01"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Queen of the Reich (Chris DeGarmo) – 4'22"&lt;br /&gt;2. Warning (Geoff Tate/Michael Wilton) - 4'44"&lt;br /&gt;3. The Killing Words (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 3'57"&lt;br /&gt;4. Speak (Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'44"&lt;br /&gt;5. I Don't Believe in Love (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 4'25"&lt;br /&gt;6. Anybody Listening? (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 7'41"&lt;br /&gt;7. Another Rainy Night (Without You) (Chris DeGarmo/Eddie Jackson/Geoff Tate) - 4'29"&lt;br /&gt;8. Silent Lucidity (Chris DeGarmo) - 5'45"&lt;br /&gt;9. I Am I (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 3'59"&lt;br /&gt;10. Bridge (Chris DeGarmo) - 3'30"&lt;br /&gt;11. The Voice Inside (Chris DeGarmo) - 3'51"&lt;br /&gt;12. Sign of the Times (Chris DeGarmo) - 3'34"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase três anos depois de colocar "Greatest Hits" no mercado, a EMI, via Capitol Records, incluiu o Queensrÿche em seu pacote "Classic Masters", e o resultado serve apenas e tão somente para o fã mais radical ter a coleção completa. A seleção de músicas, obviamente do EP até "Hear in the Now Frontier", não traz absolutamente nada de novo. Nenhum bônus para o mercado japonês, nenhuma faixa ao vivo nunca antes lançada e nem ao menos algo que não seja uma óbvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com apenas 12 músicas, é claro que faltam... Obviedades. Talvez aí figure o grande lance da compilação. Em vez de "Empire" ou "Jet City Woman", temos "Another Rainy (Without You)" e "Anybody Listening?". Por outro lado, "Silent Lucidity" não poderia faltar. Isso falando do disco mais bem-sucedido comercialmente do quinteto, pois seria legal uma coletânea apenas com faixas mais obscuras, digamos assim, motivando o fã casual a comprar o CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Blinded", "Deliverance", "I Dream in Infrared", "Needle Lies", "The Thin Line", "Lady Jane" e "Some People Fly". Um exemplo para cada um dos sete discos abordados em "Classic Masters", exatamente aqueles sob poder da gravadora. E nem seria preciso sair fazendo muitos cortes, afinal, um CD comporta até 80 minutos de música. Resumindo, o que temos aqui é apenas e tão somente item de colecionador. E sem o status de raridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TUdAMuYT9pI/AAAAAAAAAWk/xrT6IiSisNA/s1600/queensryche_band-classicmasters.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568490051619518098" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TUdAMuYT9pI/AAAAAAAAAWk/xrT6IiSisNA/s320/queensryche_band-classicmasters.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Chris DeGarmo - guitarra&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-3085450290655929067?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/3085450290655929067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=3085450290655929067&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/3085450290655929067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/3085450290655929067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-classic-masters.html' title='Queensrÿche - Classic Masters'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TUc9EFpMmUI/AAAAAAAAAWU/AV7N84Y6-9c/s72-c/queensryche_classicmasters.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-401568763839413662</id><published>2011-01-17T16:13:00.011-02:00</published><updated>2011-02-20T02:15:32.274-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Live Evolution</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSJGHrxW2I/AAAAAAAAAVU/CiLbra_2pak/s1600/queensryche_liveevolution.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563222177944263522" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSJGHrxW2I/AAAAAAAAAVU/CiLbra_2pak/s320/queensryche_liveevolution.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Live Evolution&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 25/11/2001&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: Sanctuary&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Kelly Gray e Queensrÿche&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 78'09" (CD 1) / 57'06" (CD 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CD 1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. NM 156 (Geoff Tate/Michael Wilton/Chris DeGarmo) – 3'56"&lt;br /&gt;2. Walk in the Shadows (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) - 3'37"&lt;br /&gt;3. Roads to Madness (Michael Wilton/Geoff Tate/Chris DeGarmo) - 5'46"&lt;br /&gt;4. The Lady Wore Black (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 5'28"&lt;br /&gt;5. London (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) - 5'15"&lt;br /&gt;6. Queen of the Reich (Chris DeGarmo) - 5'01"&lt;br /&gt;7. Take Hold of the Flame (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 4'55"&lt;br /&gt;8. Screaming in Digital (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) - 3'48"&lt;br /&gt;9. I Remember Now (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) - 1'13"&lt;br /&gt;10. Revolution Calling (Geoff Tate/Michael Wilton) - 5'13"&lt;br /&gt;11. Spreading the Disease (Part I) (Geoff Tate/Michael Wilton) - 2'29"&lt;br /&gt;12. Electric Requiem (Scott Rockenfield/Geoff Tate) - 1'13"&lt;br /&gt;13. Spreading the Disease (Part II) (Geoff Tate/Michael Wilton) - 1'48"&lt;br /&gt;14. The Mission (Chris DeGarmo) - 5'45"&lt;br /&gt;15. Suite Sister Mary (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 10'41"&lt;br /&gt;16. I Don't Believe in Love (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 4'23"&lt;br /&gt;17. My Empty Room (Geoff Tate/Michael Wilton) - 1'21"&lt;br /&gt;18. Eyes of a Stranger (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 6'17"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CD 2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. I Am I (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 4'05"&lt;br /&gt;2. Damaged (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 4'12"&lt;br /&gt;3. Empire (Geoff Tate/Michael Wilton) - 4'50"&lt;br /&gt;4. Silent Lucidity (Chris DeGarmo) - 5'28"&lt;br /&gt;5. Another Rainy Night (Without You) (Chris DeGarmo/Eddie Jackson/Geoff Tate) - 4'37"&lt;br /&gt;6. Jet City Woman (Chris DeGarmo/Geoff Tate) - 5'22"&lt;br /&gt;7. Liquid Sky (Queensrÿche) - 4'59"&lt;br /&gt;8. Sacred Ground (Queensrÿche) - 4'05"&lt;br /&gt;9. Falling Down (Queensrÿche) - 5'17"&lt;br /&gt;10. Hit the Black (Chris DeGarmo/Eddie Jackson) - 3'39"&lt;br /&gt;11. Breakdown (Queensrÿche) - 4'03"&lt;br /&gt;12. The Right Side of My Mind (Queensrÿche) - 6'29"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro trabalho do Queensrÿche pela Sanctuary foi o também o seu primeiro, de fato, disco ao vivo – levemos em consideração que "Operation: LIVEcrime" não se encaixa no esquema tradicional. Assim, a banda realizou dois shows especiais em sua cidade natal, Seattle, nos dias 27 e 28 de julho de 2001, para a gravação do duplo "Live Evolution". A ideia de dividir o set cronologicamente – em suítes, mas apenas no CD – funciona para mostrar como o som do quinteto foi mudando ao longo dos anos, mas há alguns poréns. A começar, os técnicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho peca principalmente pela gravação. Tudo bem que a qualidade de som é ótima, um cuidado que o grupo sempre teve, mas é impressionante a ausência de captação do som ambiente, ou seja, da platéia. A impressão é que havia meia dúzia de pessoas no Moore Theater, não todos aqueles fãs que lotaram o local e cantaram as músicas do início ao fim (o que fica comprovado no DVD). Não bastasse isso, a mixagem deixou a desejar nos backing vocals, que ficaram num volume mais baixo que o desejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como "Live Evolution" não deixa de ser uma coletânea em cima do palco, deixar todo fã 100% satisfeito com o repertório é impossível. Como também existe a vontade dos próprios integrantes da banda, o negócio é se contentar com o que foi dado de presente. E as reclamações, no fim das contas, são até poucas se atentarmos para o fato de muito material antigo foi resgatado (algo motivado pelo lançamento de "Greatest Hits").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A suíte que traz músicas do EP, "The Warning" e "Rage for Order" tem apenas um pecado: a versão editada de "Roads to Madness", que vem na seqüência de "NM156" e "Walk in the Shadows" e abre caminho para "The Lady Wore Black". As quatro primeiras músicas mostram que Michael Wilton, excelente como sempre, virou o responsável pela grande maioria dos solos de Chris DeGarmo, tirados nota por nota. Nada surpreendente, tendo em vista que Kelly Gray foi bastante criticado por ter interpretado a seu modo as antigas partes de guitarra. Alguns fãs reclamaram – um exagero, diga-se – até mesmo de que o pedal wah-wah era um recurso utilizado a todo instante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Take Hold of the Flame" e "Queen of the Reich" (na verdade, a última música do show e com overdubs na voz de Geoff Tate) vêm em seguida, mas os grandes destaques são mesmo "London" e "Screaming in Digital", ambas de "Rage for Order". Scott Rockenfield refez os arranjos de bateria na primeira, que ficou ainda melhor, e Eddie Jackson ficou responsável pelos backing vocals na segunda, com um resultado excepcional. O baixista deveria ter assumido o posto que era de Chris DeGarmo antes mesmo de o guitarrista ter saído da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prova de que "Operation: Mindcrime" é o melhor disco do grupo está em sua suíte. "Revolution Calling", "The Mission", "I Don't Believe in Love" e "Eyes of a Stranger" estão lá, ao lado da surpresa "Suite Sister Mary", na íntegra de seus dez minutos e com Pamela Moore fazendo o dueto com Tate. Gray, por sua vez, incluiu um belíssimo solo no fim da música. O guitarrista, aliás, mostra talento também em "Jet City Woman", recriando com brilhantismo – e bom uso do wah-wah – o solo original de DeGarmo sem perder a estrutura melódica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A suíte de "Empire" e "Promised Land", aliás, é outro ponto alto do show. "I Am I", "Damaged" e "Empire" levam o público à loucura, mas isso você só percebe se assistir ao DVD. "Another Rainy Night (Without You)" é uma agradável surpresa, e "Silent Lucidity" não poderia ficar fora. Por último, a parte envolvendo "Hear in the Now Frontier" e "Q2k" acaba se tornando a menos interessante, mas exatamente por causa da escolha das músicas. Do primeiro temos "Hit the Black", que ficou mais agradável sem o efeito original de estúdio na voz de Tate, mas nem de longe é a melhor representante do disco – "Reach", "Some People Fly" e "sp00L" mereciam entrar no CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do então atual trabalho de estúdio é fácil descartar "Sacred Ground", mas as outras opções caíram bem, principalmente "The Right Side of My Mind" (um show de Tate). Pesando na balança, "Live Evolution" é obviamente essencial para os fãs, mas também uma excelente amostra para os que não conhecem o Queensrÿche, principalmente numa época em que o rock pesado vem sendo dominado pela mesmice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563221643052462274" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSIm_DoMMI/AAAAAAAAAVM/gMm8tNnwY4I/s320/queensryche_2001.jpg" /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Kelly Gray - guitarra&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participação especial:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pamela Moore - vocal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: "Live Evolution" também foi lançado em DVD, mas infelizmente sem todas as músicas do CD. Por outro lado, o set segue a sequência do show, não a edição para formar as suítes que foram usadas no CD. E como foi um evento com um fim específico, a banda optou por não tocar covers, o que fez pela primeira vez em sua história durante a turnê para promover "Q2k". A saber, foram "Bullet the Blue Sky" (U2) e "Join Together" (The Who).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-401568763839413662?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/401568763839413662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=401568763839413662&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/401568763839413662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/401568763839413662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-live-evolution.html' title='Queensrÿche - Live Evolution'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSJGHrxW2I/AAAAAAAAAVU/CiLbra_2pak/s72-c/queensryche_liveevolution.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-4709274989093122335</id><published>2011-01-17T16:00:00.007-02:00</published><updated>2011-02-20T02:15:24.551-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Greatest Hits</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSFg3lgdOI/AAAAAAAAAVE/33DVWJ_jLu4/s1600/queensryche_greatesthits.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563218239432979682" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSFg3lgdOI/AAAAAAAAAVE/33DVWJ_jLu4/s320/queensryche_greatesthits.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Greatest Hits&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 27/06/2000&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: EMI&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produtores&lt;/em&gt;: Queensrÿche, James Guthrie, Neil Kernon, Peter Collins e James Barton&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção e compilação&lt;/em&gt;: David Brown e Cheryl Pawelski&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 77'41"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Queen of the Reich (Chris DeGarmo) – 4'22"&lt;br /&gt;2. The Lady Wore Black (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 6'14"&lt;br /&gt;3. Warning (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'45"&lt;br /&gt;4. Take Hold of the Flame (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'55"&lt;br /&gt;5. Walk in the Shadows (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'34"&lt;br /&gt;6. I Dream in Infrared (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'18"&lt;br /&gt;7. I Don't Believe in Love (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'24"&lt;br /&gt;8. Eyes of a Stranger (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 6'39"&lt;br /&gt;9. Jet City Woman (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 5'21"&lt;br /&gt;10. Empire (Geoff Tate/Michael Wilton) – 5'24"&lt;br /&gt;11. Silent Lucidity (Chris DeGarmo) – 5'45"&lt;br /&gt;12. I Am I (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 3'59"&lt;br /&gt;13. Bridge (Chris DeGarmo) – 3'31"&lt;br /&gt;14. Sign of the Times (Chris DeGarmo) - 3'34"&lt;br /&gt;15. Chasing Blue Sky (Scott Rockenfield/Geoff Tate) – 3'41"&lt;br /&gt;16. Someone Else? (with full band) – 7'15"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o Queensrÿche em outra gravadora, a Atlantic, a EMI resolveu mexer no catálogo e colocar na praça uma coletânea, a primeira da banda. E para tornar o lançamento mais atrativo, colocaram duas músicas que até então só haviam sido disponibilizadas como bônus em edições japonesas: "Chasing Blue Sky", do "Hear in the Now Frontier", e a versão com todo o grupo para "Someone Else?", do "Promised Land".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, é um CD para americanos que não são fãs do quinteto, mas gostam de "Jet City Woman", "Silent Lucidity" e "Bridge", por exemplo. Com duas músicas de cada um dos sete primeiros trabalhos do grupo – à exceção de "Empire" e "Promised Land", representados por três – o disco não deixa de ser um bom apanhado para quem não conhece o trabalho por completo. Mais ainda, serve para mostrar a evolução do Queensrÿche ao longo de 15 anos, não apenas dos integrantes, tecnicamente falando, mas principalmente na forma que a sua música foi tomando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De "Queen of the Reich" a "Sign of the Times", muita coisa mudou ao longo dos anos. O peso era protagonista nos primeiros anos, mas foi dando lugar a uma leveza mais sofisticada. E embora a complexidade nunca tenha abandonado completamente a banda, esta nunca foi adepta de demonstrações gratuitas de virtuosismo. Sim, todos são músicas excepcionais – Geoff Tate e Scott Rockenfield estão entre os melhores do estilo em todos os tempos – mas a autoindulgência nunca foi uma marca registrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Greatest Hits", mais do que qualquer coisa, mostra que os cinco sempre se preocuparam em fazer música para eles mesmos e para os fãs, não para músicos ou alunos da Guitar Institute of Technology ou da Berklee College of Music. E mesmo assim o Queensrÿche fez escola no rock pesado. Pode começar por aqui e depois comprar todos os CDs originais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563217638268733698" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSE94EyCQI/AAAAAAAAAU8/UuGYOQegGuc/s320/queensryche_band-greatesthits.jpg" /&gt;Geoff Tate – vocal&lt;br /&gt;Eddie Jackson – baixo&lt;br /&gt;Michael Wilton – guitarra&lt;br /&gt;Scott Rockenfield – bateria&lt;br /&gt;Chris DeGarmo - guitarra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: A capa e todo o projeto gráfico foi feito pelo genial Hugh Syme, que já havia sido o responsável pelas artes nos álbuns "Promised Land" e "Hear in the Now Frontier". Conhecido também por seus belos trabalhos com o Rush (antes) e Dream Theater (depois), anos mais tarde ele brilharia novamente com a banda na coletânea "Sign of the Times: The Best of Queensrÿche" e no CD "American Soldier". A direção de arte do cara nos encartes é realmente de cair o queixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Greatest Hits" também deus aos fãs de conseguirem, com um ticket que vinha no CD, adquirir o CD-Rom duplo lançado após "Promised Land". Teoricamente. Vários discos vinham com um adesivo na capa, atentando para esta oportunidade, mas não havia nenhum cupom dentro. A EMI reconheceu o erro, mas ficou por isso mesmo. A correção, digamos assim, foi feita com a inclusão do jogo interativo no box "Revolution Calling", que trazia todos os sete primeiros discos, da série remasterizada, em paper sleeve, reproduzindo os CDs como se fossem vinis. A caixa também foi lançada em 10 de junho de 2003.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-4709274989093122335?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/4709274989093122335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=4709274989093122335&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/4709274989093122335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/4709274989093122335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-greatest-hits.html' title='Queensrÿche - Greatest Hits'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSFg3lgdOI/AAAAAAAAAVE/33DVWJ_jLu4/s72-c/queensryche_greatesthits.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-5211077809599331736</id><published>2011-01-17T15:33:00.011-02:00</published><updated>2011-02-20T02:15:16.598-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Q2k</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSCUUhmJdI/AAAAAAAAAU0/UHykZ98K-5Q/s1600/queensryche_q2k.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563214725328020946" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSCUUhmJdI/AAAAAAAAAU0/UHykZ98K-5Q/s320/queensryche_q2k.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Q2K&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 14/09/1999&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: Atlantic&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Kelly Gray&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 49'23"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento&lt;/em&gt;: 29/08/2006 (Rhino)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Falling Down – 4'28"&lt;br /&gt;2. Sacred Ground – 4'12"&lt;br /&gt;3. One Life – 4'48"&lt;br /&gt;4. When the Rain Comes... – 5'05"&lt;br /&gt;5. How Could I? – 3'44"&lt;br /&gt;6. Beside You – 5'14"&lt;br /&gt;7. Liquid Sky – 4'53"&lt;br /&gt;8. Breakdown – 4'11"&lt;br /&gt;9. Burning Man – 3'42"&lt;br /&gt;10. Wot Kinda Man – 3'15"&lt;br /&gt;11. The Right Side of My Mind – 5'51"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saída de Chris DeGarmo, um dos principais compositores do Queensrÿche, deixou um grande ponto de interrogação sobre o futuro da banda, e o anúncio de Kelly Gray como seu substituto causou ainda mais apreensão. Não havia sequer uma vaga idéia de como era seu trabalho como guitarrista, e como produtor ele não havia feito parte de nada que se aproximasse ao som do grupo, tendo sido duramente criticado por ter influenciado no direcionamento mais cru do Dokken no álbum "Shadowlife". E foi assim que "Q2k", mesmo que involuntariamente, tornou-se um dos discos mais aguardados do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia o medo de que o Queensrÿche voltasse a gravar um trabalho nos moldes de "Hear in the Now Frontier", e para muitos esse temor se concretizou. De uma maneira ou de outra, chamar "Q2k" de grunge, assim como fizeram com o disco anterior, é uma tremenda estupidez. As bandas de camisa-de-flanela-amarrada-na-cintura jamais chegaram perto de qualquer coisa gravada nesses dois álbuns – por mais que, não sejamos radicais, alguma coisa boa tenha surgido daquele movimento. Ainda assim, gostar mais de "Smells Like Teen Spirit" é apenas questão de gosto. Ou mau gosto, como queiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto posto, "Q2k" não lembra mesmo o Queensrÿche das antigas. É diferente de "Hear in the Now Frontier", para variar, mas segue uma linha mais econômica. Claro, isso não significa que você escutará músicas com três acordes ou em compasso 1/1. Também não encontrará canções com solos de guitarra cheio de notas, pois não há masturbação do instrumento, e isso não é culpa de Gray, pois a banda há anos abandonara o sobe e desce desenfreado de escalas. Você escutará, sim, um bom trabalho de guitarras, principalmente porque os estilos de Michael Wilton e do então novo guitarrista eram bem diferentes. O primeiro, sempre mais técnico, e o segundo, com uma veia bem mais rock and roll (acentuada pelo uso constante de wah-wah).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há boas canções – como as empolgantes "Falling Down" e "Wot Kinda Man", as belas baladas "When the Rain Comes..." e "Beside You" - e outras ótimas – como "One Life", que lembra U2; "How Could I?", que muito bem poderia fazer parte de "Empire"; "Breakdown" e "Liquid Sky". Obviamente nem tudo são flores: "Sacred Ground" não acrescenta nada, e "Burning Man", mais uma na praia de Bono Vox e companhia, só se salva pelo criativo trabalho de Scott Rockenfield.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As letras, por sua vez, são decepcionantes. Ruins? Não, mas muito aquém da capacidade de Geoff Tate. Em sua maioria elas são abstratas, para não dizer superficiais, como em "Liquid Sky" ("I'm always hearing voices like electric shock waves in disguise / I don't know what this means / I'll leave it for your interpretation / It's just me at the edge"), ou uma total decepção, como em "Sacred Ground" e "Burning Man".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como o Queensrÿche é um daqueles casos raros de inteligência e longevidade no rock, alguma música tinha de deixar o fã de queixo caído. "The Right Side of My Mind", a faixa que fecha o CD, é a banda em sua essência, ou seja, sinônimo de qualidade e bom gosto. Tem a melhor letra do álbum, uma interpretação sensacional de Tate e poderia entrar em qualquer trabalho do quinteto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dela, por favor, não compare "Q2k" a álbuns como "Operation: Mindcrime", "Empire" ou "Promised Land". É sempre complicado colocar um trabalho normal ao lado de obras-primas. "Q2k" é um bom disco e marca mais uma fase do Queensrÿche, assim como todos os outros representaram um determinado período – e, diga-se, são diferentes um do outro. Se você não gosta, vá ouvir algum chapado berrando no microfone e com a guitarra desafinada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563213520806812050" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSBONVXGZI/AAAAAAAAAUs/9823PaCr_nk/s320/queensryche_1999.jpg" /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Kelly Gray - guitarra&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: A saída de Chris DeGarmo mexeu também com a questão de direitos autorais e royalties, e a assim a banda decidiu que as novas músicas seriam assinadas por todos os integrantes, independentemente de quem realmente tenha composto a canção e escrito a letra. No entanto, em entrevistas posteriores ficou claro que Tate foi o autor de todas as letras, assim como Gray foi o principal compositor do álbum, contando com eventuais parcerias de todos os outros integrantes ("Sacred Ground" é dele e de Rockenfield, por exemplo). Os créditos exatos, por sua vez, nunca foram 100% revelados. De uma maneira ou de outra, a prova concreta de que o Queensrÿche&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Q2k" foi relançado pela Rhino em 2006, mas a inclusão dos bônus poderia ter sido menos óbvia. A versão ao vivo de "Sacred Ground" é a mesma que entrou como bônus da edição japonesa – gravada, aliás, na convenção realizada em Seattle em 1999, quando Gray fez o seu primeiro show com a banda. Editada para as rádios, "Breakdown" ficou ainda melhor sem os efeitos na voz de Tate. Mas a decepção fica por conta de apenas duas inéditas: "Howl" (chamar-se-ia "I Howl") e a excelente "Until There Was You". Decepção porque sabe-se que sobrou muito mais material das sessões de gravação do álbum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas bônus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Until There Was You – 4'06"&lt;br /&gt;13. Howl – 4'05"&lt;br /&gt;14. Sacred Ground (live) – 4'23"&lt;br /&gt;15. Breakdown (radio edit) – 3'11"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-5211077809599331736?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/5211077809599331736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=5211077809599331736&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/5211077809599331736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/5211077809599331736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-q2k.html' title='Queensrÿche - Q2k'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTSCUUhmJdI/AAAAAAAAAU0/UHykZ98K-5Q/s72-c/queensryche_q2k.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-6088078880268944992</id><published>2011-01-17T15:14:00.014-02:00</published><updated>2011-02-20T02:15:05.298-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Hear in the Now Frontier</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTR6aZmwxQI/AAAAAAAAAUM/I5C9c7g_xcs/s1600/queensryche_hearinthenowfrontier.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563206033678058754" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTR6aZmwxQI/AAAAAAAAAUM/I5C9c7g_xcs/s320/queensryche_hearinthenowfrontier.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Hear in the Now Frontier&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 17/03/1997&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: EMI&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Peter Collins&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 57'15"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento&lt;/em&gt;: 10/06/2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Sign of the Times (Chris DeGarmo) – 3'33"&lt;br /&gt;2. Cuckoo's Nest (Chris DeGarmo) – 3'59"&lt;br /&gt;3. Get a Life (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 3'30"&lt;br /&gt;4. The Voice Inside (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 3'48"&lt;br /&gt;5. Some People Fly (Chris DeGarmo) – 5'17"&lt;br /&gt;6. Saved (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'09"&lt;br /&gt;7. You (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 3'54"&lt;br /&gt;8. Hero (Chris DeGarmo) – 5'25"&lt;br /&gt;9. Miles Away (Chris DeGarmo) – 4'32"&lt;br /&gt;10. Reach (Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'30"&lt;br /&gt;11. All I Want (Chris DeGarmo) – 4'06"&lt;br /&gt;12. Hit the Black (Chris DeGarmo/Eddie Jackson) – 3'36"&lt;br /&gt;13. Anytime / Anywhere (Chris DeGarmo/Eddie Jackson/Geoff Tate) – 2'54"&lt;br /&gt;14. sp00L (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'53"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de 14 anos, os fãs do Queensrÿche já estavam acostumados às mudanças na sonoridade de disco para disco, mas certamente não esperavam algo tão radical quanto "Hear in the Now Frontier". Da mesma forma que a reação de uma parcela dos fãs e de boa parte da crítica foi muito, mas muito exagerada. A banda sempre foi reconhecida pela complexidade da sua obra, pelos arranjos mais rebuscados e a tendência de elaborar o som, independentemente de ele soar mais pesado, pop ou progressista. Desta vez, imperou a simplicidade, e isso gerou acusações estapafúrdias, como as de que o quinteto havia se rendido ao grunge, por exemplo. Heresia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em "Promised Land", o Queensrÿche provou ser inteligente demais para saber lidar com a pressão do sucesso, as longas turnês e os milhões de discos vendidos. Nenhum de seus integrantes precisou enfiar uma bala na cabeça porque não aguentou viver sob os holofotes. "Hear in the Now Frontier" é realmente um álbum com músicas mais simples, mas esta simplicidade ganha outros contornos quando estamos falando de Chris DeGarmo e companhia. Sim, porque o disco é dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos por partes. Antes alguma banda da famigerada safra grunge tivesse gravado músicas como "The Voice Inside", "Some People Fly", "You", "Hero" e "sp00L" – as duas últimas, então, belíssimas. Ou mesmo "Reach", única canção que não conta com a participação de DeGarmo na composição. Michael Wilton acertou a mão na música mais heavy metal do álbum, com um riff sensacional e um trabalho primiroso de Scott Rockenfield. Mas se ela é a mais heavy metal, não necessariamente é a mais pesada. "Hit the Black" e "Anytime / Anywhere" se encarregam, graças a Eddie Jackson, de ocupar o posto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, apesar de Peter Collins voltar a comandar a produção, não há absolutamente nada que nos remete ao trabalho mais intrincado e cheio de detalhes que permeiam discos como "Rage for Order", "Operation: Mindcrime", "Empire" e "Promised Land". E curiosamente temos aqui a despedida de DeGarmo, que anunciou a sua saída depois da turnê – a irregular "All I Want", totalmente cantada por ele, soa como se fosse uma declaração de amor à banda que ajudou a criar. E um baque em meio a uma crise que a banda precisou atravessar, com a falência da EMI America, divisão da gravadora que cuidada do quinteto, e má divulgação do álbum. A Virgin assumiu a promoção, mas o estrago já estava feito, os números eram os mais fracos em anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, havia os problemas pessoais, não apenas o desgaste após tanto tempo juntos, mas principalmente as turbulências emocionais já no fim da turnê de "Empire", envolvendo as consequências da entrada de muito dinheiro, como o excesso de bebida, por exemplo. DeGarmo não tinha nem mais Geoff Tate como integrante mais próximo, e Rockenfield já não era um aliado nas decisões que invariavelmente passavam pelas mãos do guitarrista. Como presidente da Tri-Ryche Corporation, DeGarmo sentia-se cada vez mais abandonado no que se referia aos negócios da banda. E não deixa de ser curioso que em sua despedida, ele, inegavelmente uma força motriz no grupo, deixou algumas das melhores letras da história do Queensrÿche&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplo, a excelente "Sign of the Times" ("Heading for the classroom yesterday / The kids file through the metal machine / It finds what they may hide / No it just ain't right (...) Another church is burning to the ground / Looking for the vandals and they're nowhere to be found / But the hate's alive (...) / On the Senate floor they congregate / Many pockets lined with green / From those behind the scenes, yeah they take the bribe / it's on the side"); e "Cuckoo’s Nest" ("We legislate and educate trying to find / a way to fix the broken dream (...) / Carry me through tomorrow, guide me along the way / If this is the youth of tomorrow, I'm running the other way / Carry me through tomorrow, guide me along the way / I'm tired of the insane running things, and I won't stop tryin' for change").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563206985337160962" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTR7Ryz-RQI/AAAAAAAAAUk/-WFgYY1BZAY/s320/queensryche_1997.jpg" /&gt; Geoff Tate – vocal&lt;br /&gt;Eddie Jackson – baixo&lt;br /&gt;Scott Rockenfield – bateria&lt;br /&gt;Michael Wilton – guitarra&lt;br /&gt;Chris DeGarmo - guitarra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músicos convidados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matt Rollings – teclados e piano&lt;br /&gt;Steve Nathan – teclados&lt;br /&gt;David Ragsdale - violino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: O relançamento remasterizado de 2003 trouxe quatro faixas de dar água na boca. Primeiro, a única composição de Rockenfield para "Hear in the Now Frontier": a linda (e com direito até a solo de gaita) "Chasing Blue Sky", que foi bônus da versão japonesa no lançamento original. Para completar, três das cinco canções oficiais do MTV Unplugged, gravado em Los Angeles no dia 27 de abril de 1992: "Silent Lucidity". na qual DeGarmo mudou o solo; "The Killing Words", que ficou ainda mais estupenda com o novo arranjo no refrão, além do show particular de Tate; e "I Will Remember", essencialmente acústica já em "Rage for Order".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas bônus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Chasing Blue Sky (Rockenfield/Tate) – 3'41"&lt;br /&gt;16. Silent Lucidity (DeGarmo) – 5'24"&lt;br /&gt;17. The Killing Words (DeGarmo/Tate) – 3'52"&lt;br /&gt;18. I Will Remember (DeGarmo) – 4'01"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-6088078880268944992?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/6088078880268944992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=6088078880268944992&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/6088078880268944992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/6088078880268944992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2011/01/queensryche-hear-in-now-frontier.html' title='Queensrÿche - Hear in the Now Frontier'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TTR6aZmwxQI/AAAAAAAAAUM/I5C9c7g_xcs/s72-c/queensryche_hearinthenowfrontier.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-60136183628902045</id><published>2010-11-14T19:39:00.015-02:00</published><updated>2011-02-20T02:14:45.088-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Promised Land</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOBcQGMdSkI/AAAAAAAAAUA/VvMRXA0yx9c/s1600/queensryche_promisedland.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539528973276236354" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOBcQGMdSkI/AAAAAAAAAUA/VvMRXA0yx9c/s320/queensryche_promisedland.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Promised Land&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 18/10/1994&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: EMI&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Queensrÿche e James Barton&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 48'26"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento&lt;/em&gt;: 10/06/2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. 9:28 a.m. (Scott Rockenfield) – 1'43"&lt;br /&gt;2. I Am I (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 3'56"&lt;br /&gt;3. Damaged (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 3'55"&lt;br /&gt;4. Out of Mind (Chris DeGarmo) – 4'34"&lt;br /&gt;5. Bridge (Chris DeGarmo) – 3'27"&lt;br /&gt;6. Promised Land (Chris DeGarmo/Eddie Jackson/Scott Rockenfield/Geoff Tate/Michael Wilton) – 8'25"&lt;br /&gt;7. Dis con nec ted (Scott Rockenfield/Geoff Tate) – 4'48"&lt;br /&gt;8. Lady Jane (Chris DeGarmo) – 4'23"&lt;br /&gt;9. My Global Mind (Chris DeGarmo/Scott Rockenfield/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'20"&lt;br /&gt;10. One More Time (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'17"&lt;br /&gt;11. Someone Else? (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'38"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Queensrÿche poderia ter capitalizado muito mais após o sucesso no início da década de 90. O box "Operation: LIVECrime", o home video "Building Empires" e o MTV Unplugged foram muito pouco não apenas pela evidência da banda na mídia, mas principalmente se levarmos em conta que o álbum de inéditas sucessor de "Empire" levou aproximadamente quatro anos para ficar pronto. Mas foram exatamente o sucesso e as contas bancárias cada vez mais gordas, além do longo tempo na estrada, que levaram a banda a uma crise existencial. Geoff Tate e Scott Rockenfield se divorciaram, e o vocalista depois admitiu que chegou a pensar em abandonar o barco. Problemas familiares também afetaram Chris DeGarmo, que teve de lidar com a morte de um pai por anos ausente. O grupo, no entanto, resolveu seguir adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contando com a ajuda na produção de James "Jimbo" Barton, que havia sido engenheiro de som nos últimos dois trabalhos, o quinteto se mudou de mala e cuia para uma ilha fora da costa do estado de Washington, onde construíram um estúdio numa cabana de madeira. E foi assim que o Queensrÿche concebeu seu álbum mais melancólico e introspectivo, mas ainda assim um disco excepcional. Poucos grupos têm o privilégio de ter em sua discografia um início tão brilhante, e é assim mesmo que começa "Promised Land". Depois de "9:28 a.m.", uma rápida introdução composta por Rockenfield e que trata de vida e morte, "I Am I" entra dando um nó na cabeça do ouvinte. Com um instrumental completamente torto, digamos assim, apresenta Tate deixando claro que mudanças são inevitáveis, mas que a essência de cada ser humano é a mesma. Pesada e com um ótimo trabalho de Eddie Jackson, "Damaged" dá sequência ao momento de raiva no CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Out of Mind" é o primeiro momento realmente depressivo, e não à toa abre caminho para "Bridge", na qual DeGarmo exorciza os demônios em relação a seu pai, que abandonou a família quando ele ainda era pequeno, mas reapareceu com o filho sob os holofotes, já famoso. A difícil tentativa de reaproximação teve o seu fim durante as gravações do disco, com a morte do progenitor. O resultado acabou sendo uma linda canção semiacústica, que virou clipe e foi o segundo single de "Promised Land". Toda a questão que envolve o quinto trabalho de estúdio está na faixa-título, uma alusão às promessas quando se está por cima, mas feitas por oportunistas e aproveitadores. Densa e carregada de emoção, dá passagem a "Dis con nec ted", composição espetacular e uma aula de bateria de Rockenfield. A trinca "Lady Jane" (arrepiante), "My Global Mind" e "One More Time" poderiam ter sido mais bem exploradas comercialmente, não fosse a carga emocionalmente pesada do álbum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda ainda acertou ao enxugar "Someone Else?", a faixa que encerra o disco, apenas para piano e voz. Apesar de batida, a mensagem de "cair para aprender a se levantar" fica longe de soar piegas, uma vez que a canção é uma bênção para os ouvidos. A interpretação de Tate é assustadoramente fascinante, e não necessariamente pelos aspectos técnicos da sua voz. Sim, ele canta uma barbaridade aqui, mas o sentimento passado é de cair o queixo. Depois do sucesso comercial de "Empire", o Queensrÿche conseguiu converter felicidade em tristeza e agonia, ainda assim lançando um álbum espetacular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOBX14RFn2I/AAAAAAAAATo/A6vrLtSGdd0/s1600/queensryche_1994.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539524124814450530" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOBX14RFn2I/AAAAAAAAATo/A6vrLtSGdd0/s320/queensryche_1994.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal, sax e teclados&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Chris DeGarmo - guitarra e piano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: "Promised Land" foi o primeiro trabalho do Queensrÿche a presentear os fãs japoneses com faixas bônus. Escrita em parceria com Michael Kamen para a trilha sonora do ótimo "Last Action Hero" (no Brasil, "O Último Grande Herói", de Arnold Schwarzenegger), a excelente "Real World" foi acompanhada pela versão com banda de "Someone Else?". Ambas foram incluídas no relançamento remasterizado de 2003, mais as versões ao vivo de "Damaged" e da própria "Real World" gravadas em 1994. E nesta última, Rockenfield mostra por que é um dos melhores bateras do estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOBcIdWNF9I/AAAAAAAAAT4/3p1Eaf7tIxU/s1600/queensryche_promisedland-cdrom.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539528842052179922" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOBcIdWNF9I/AAAAAAAAAT4/3p1Eaf7tIxU/s320/queensryche_promisedland-cdrom.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Dois anos depois do lançamento de "Promised Land", o Queensrÿche lançou, numa iniciativa pioneira, um CD-Rom do álbum com a chamada "An interactive CD-Rom rock and roll adventure game". Composto de dois discos, o primeiro leva o fã a uma volta virtual no estúdio construído para a gravação do disco, além de disponibilizar os videos clips de "I Am I", "Bridge" e "Dis con nec ted".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo é o jogo em si. Cada integrante tem o seu próprio mundo, e nele há um pedaço do totem que forma a capa de "Promised Land" (bonita de doer, diga-se). Achando cada um deles, com dicas dos próprios músicos, o fã tem acesso a uma música (até então) inédita, "Two Miles High", tocada pela banda num jardim. Voz, violões, percussão e solo de guitarra, para ser mais específico. Só que completar o jogo, que não é nem um pouco fácil, requer muita paciência. Depois de muitos anos fora de catálogo, pois era edição limitada, foi relançado em 2003 como bônus da caixa "Revolution Calling", que reuniu os sete primeiros discos de estúdio remasterizados em formato "paper sleeve".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas bônus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Real World (Queensrÿche/Michael Kamen) – 4'23"&lt;br /&gt;13. Someone Else? (with full band) (DeGarmo/Tate) – 7'13"&lt;br /&gt;14. Damaged * (DeGarmo/Tate) – 4'00"&lt;br /&gt;15. Real World * (Queensrÿche/Michael Kamen) – 3'45"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* live at the Astoria Theatre, Londres (20 de outubro de 1994) &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-60136183628902045?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/60136183628902045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=60136183628902045&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/60136183628902045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/60136183628902045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-promised-land.html' title='Queensrÿche - Promised Land'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOBcQGMdSkI/AAAAAAAAAUA/VvMRXA0yx9c/s72-c/queensryche_promisedland.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-4545822134196740968</id><published>2010-11-14T16:06:00.015-02:00</published><updated>2011-02-20T02:14:37.018-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Operation: LIVECrime</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAmXKpiK9I/AAAAAAAAATg/ypX_EWasykU/s1600/queensryche_operationlivecrime.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539469721103117266" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAmXKpiK9I/AAAAAAAAATg/ypX_EWasykU/s320/queensryche_operationlivecrime.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Operation: LIVECrime&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 28/10/1991&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: EMI&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Queensrÿche&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 63'15"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento&lt;/em&gt;: 25/09/2001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. I Remember Now (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 1'20"&lt;br /&gt;2. Anarchy-X (Chris DeGarmo) – 1'28"&lt;br /&gt;3. Revolution Calling (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'58"&lt;br /&gt;4. Operation: Mindcrime (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'27"&lt;br /&gt;5. Speak (Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'44"&lt;br /&gt;6. Spreading the Disease (Geoff Tate/Michael Wilton) – 5'06"&lt;br /&gt;7. The Mission (Chris DeGarmo) – 5'48"&lt;br /&gt;8. Suite Sister Mary (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 11'37"&lt;br /&gt;9. The Needle Lies (Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'20"&lt;br /&gt;10. Electric Requiem (Scott Rockenfield/Geoff Tate) – 1'16"&lt;br /&gt;11. Breaking the Silence (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'22"&lt;br /&gt;12. I Don’t Believe in Love (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'19"&lt;br /&gt;13. Waiting for 22 (Chris DeGarmo) – 1'28"&lt;br /&gt;14. My Empty Room (Geoff Tate/Michael Wilton) – 1'37"&lt;br /&gt;15. Eyes of a Stranger (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 8'25"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do multiplatinado "Empire" e o sucesso da turnê - que o trouxe o Queensrÿche ao Brasil pela primeira vez, em 23 de janeiro de 1991, na noite heavy metal do segundo Rock in Rio - era natural que a banda soltasse algum material ao vivo. No entanto, vindo do quinteto de Seattle, não poderia ser algo óbvio. Em vez de capitalizar com um CD duplo ao vivo, acompanhado do respectivo DVD, a opção foi por trabalhar em cima de "Operation: Mindcrime", a obra conceitual que, pelo status alcançado pela banda, pôde ser tocado pela primeira vez na íntegra em quase todos os shows (exceções feitas, claro, a festivais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim nasceu o box "Operation: LIVECrime", que vinha com um CD e um VHS com as 15 músicas da obra conceitual, acompanhados de um belo livreto com fotos e todas as letras. O áudio e o vídeo retirados foram retirados de três noites em Madison, no estado de Wisconsin, nos dias 10, 11 e 12 de maio. E apesar de o álbum ser uma obra-prima, aqui o que vale mesmo é sentar no sofá e assistir ao vídeo. Como a intenção era gravar tudo para um registro oficial, a produção é de primeira linha: telões com imagens que faziam remissões à história (lembram do "Video: Mindcrime?), um palco que permitia aos músicos uma movimentação constante e, o mais importante, a participação de Pamela Moore no papel de Irmã Mary.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como Geoff Tate incorporava Nikki no palco, é em "Suite Sister Mary" que o negócio pega fogo. São simplesmente de arrepiar a encenação e a interação entre ambos, incluindo aí os duetos reproduzidos ao vivo. Musicalmente, praticamente nada havia de novo. Até então, o Queensrÿche sempre foi uma banda que reproduzia ao vivo fielmente aquilo que gravara em estúdio. Ainda assim, "The Needle Lies" está bem mais rápida, e "Eyes of a Stranger" termina com uma, digamos, "reprise" de "Anarchy-X". A mudança mais significativa, no entanto, está em "Spreading the Disease", na qual a banda adiciona uma pequena parte instrumental, guiada pelos dedilhados de Wilton e DeGarmo, e Tate troca "South America" por "Saudi Arabia" na letra, uma alusão ao momento político dos Estados Unidos, com a Guerra do Golfo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAlz_Ap6eI/AAAAAAAAATQ/NAYBftdC6J0/s1600/queensryche_1991.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539469116683446754" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAlz_Ap6eI/AAAAAAAAATQ/NAYBftdC6J0/s320/queensryche_1991.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Michael Wilton, Eddie Jackson, Geoff Tate e Chris DeGarmo à frente no show&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAmKuWbr7I/AAAAAAAAATY/HfMVEVgw6_s/s1600/queensryche_operationlivecrime-reissue.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539469507348377522" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAmKuWbr7I/AAAAAAAAATY/HfMVEVgw6_s/s320/queensryche_operationlivecrime-reissue.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: Dez anos depois, com o box já fora de catálogo, a EMI relançou o CD com uma capa diferente e duas músicas extras, gravadas no mesmo período, e um encarte mais rico - na verdade, copiando o livreto original - que trazia de brinde um adesivo. Sem perder o bonde do tempo, "Operation: LIVECrime" ganhou também a sua versão em DVD, sem esquecer dos extras: entrevista com Tate, a reprodução em vídeo do livreto e uma galeria de fotos enviadas por fãs. Ambos os formatos foram lançados separadamente e ainda estão em catálogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas bônus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. The Lady Wore Black * (Tate/DeGarmo) – 6'44"&lt;br /&gt;17. Roads to Madness ** (Wilton/Tate/DeGarmo) – 9'23"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Live in Madison, WI (10 de maio de 1991)&lt;br /&gt;** Live in Madison, WI (11 de maio de 1991)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-4545822134196740968?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/4545822134196740968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=4545822134196740968&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/4545822134196740968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/4545822134196740968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-operation-livecrime.html' title='Queensrÿche - Operation: LIVECrime'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAmXKpiK9I/AAAAAAAAATg/ypX_EWasykU/s72-c/queensryche_operationlivecrime.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-4570962266074169191</id><published>2010-11-14T14:02:00.013-02:00</published><updated>2011-02-20T02:14:25.485-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Empire</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAJkVJIWbI/AAAAAAAAATI/DV0uIJNohGc/s1600/queensryche_empire.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539438061421091250" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAJkVJIWbI/AAAAAAAAATI/DV0uIJNohGc/s320/queensryche_empire.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Empire&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 20/08/1990&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: EMI&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Peter Collins&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 63'21"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento #1&lt;/em&gt;: 10/06/2003&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento #2&lt;/em&gt;: 09/11/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Best I Can (Chris DeGarmo) – 5’34"&lt;br /&gt;2. Thin Line (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 5’42"&lt;br /&gt;3. Jet City Woman (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 5’22"&lt;br /&gt;4. Della Brown (Chris DeGarmo/Scott Rockenfield/Geoff Tate) – 7’04"&lt;br /&gt;5. Another Rainy Night (Without You)" (Chris DeGarmo/Eddie Jackson/Geoff Tate) – 4’29"&lt;br /&gt;6. Empire (Geoff Tate/Michael Wilton) – 5’24"&lt;br /&gt;7. Resistance (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4’50"&lt;br /&gt;8. Silent Lucidity (Chris DeGarmo) – 5’48"&lt;br /&gt;9. Hand on Heart (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 5’33"&lt;br /&gt;10. One and Only (Chris DeGarmo/Michael Wilton) – 5’54"&lt;br /&gt;11. Anybody Listening? (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 7’41"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peter Collins estava novamente comandando os botões da mesa de produção, mas em momento em algum isso significaria que o Queenrÿche tinha em mente fazer uma continuação de "Operation: Mindcrime", lírica ou musicalmente. O quinteto mudara mais uma vez, mas não pode-se dizer que tão radicalmente. "Empire" não era pesado quanto o seu antecessor, mas era igualmente bem trabalhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, muito mais, e uma pitada extra de rock progressivo deixou o álbum extremamente sofisticado. E brilhante. Certamente não era intenção da banda emplacar seis singles, sendo "Silent Lucidity" um sucesso retumbante, responsável por alçar o novo trabalho a disco triplo de platina, caindo no gosto dos americanos – não à toa, ganhou como clipe do ano no “Viewer’s Choice Award”, da MTV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no caso de "Empire", a quantidade era sinônimo de qualidade. O bom gosto nos arranjos e a produção cristalina fazem da audição algo absurdamente agradável, mas nada disso seria possível não fosse o altíssimo nível das músicas. Da abertura com "Best I Can" ao encerramento com "Anybody Listening?", a banda de Seattle conseguiu atingir o mesmo objetivo de "Operation: Mindcrime", lançar uma obra-prima, mas trilhando outro caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Empire" é um trabalho para ser ouvido do início ao fim, prestando atenção nos detalhes (como o brilhante trabalho de Scott Rockenfield na divina "Della Brown"), nas letras políticas sem serem piegas ("Empire" e "Resistance"), em solos e refrãos de rara inspiração ("Jet City Woman") e na beleza de composições intrincadas sem serem difíceis de compreender ("The Thin Line", "Another Rainy Night (Without You)" e "Anybody Listening?").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo os momentos mais pops, como "One and Only" e "Hand on Heart", têm algo que falta às bandas comuns do gênero. E, sim, "Silent Lucidity" é de uma beleza ímpar, com toda a sua influência de Pink Floyd no arranjo de cordas (mais uma vez, cortesia de Michael Kamen), mas também na condução de um instrumental perfeito (aqui, novamente Rockenfield brilha). É para fechar os olhos e esquecer de todos os problemas, mesmo que por pouco menos de seis minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E diante de tudo isso, não é de se estranhar que, diante de tudo isso, temos Chris DeGarmo e Michael Wilton mais contidos nos solos, sem a necessidade de mostrar quantas notas são possíveis por segundo, e um Geoff Tate cantando sem nenhum traço de exagero, mas sim com classe e elegância, ratificando seu lugar no rol dos maiores vocalistas de todos os tempos. Se fosse para resumir "Empire" em uma palavra, esta seria "perfeição".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAJAYVMoKI/AAAAAAAAAS4/hAWTKx_nBzs/s1600/queensryche_1990.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539437443801718946" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAJAYVMoKI/AAAAAAAAAS4/hAWTKx_nBzs/s320/queensryche_1990.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Scott Rockenfield – bateria&lt;br /&gt;Chris DeGarmo - guitarra&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: "Empire" é até hoje o álbum mais bem-sucedido do Queensrÿche, merecendo até mesmo uma daquelas versões "24 Karat Gold Disc", com uma definição cristalina de áudio - como se o CD em questão precisasse - por causa de uma remasterização e utilização de ouro na fabricação do disquinho. Lançado em 2000, é item para colecionador deixar na estante, bem guardado. O que vale mesmo é a leva de relançamentos de 2003, e neste caso temos três bônus, sendo que apenas um faz parte da linha do tempo: "Last Time in Paris", gravada pouco antes das sessões de "Empire" para a trilha sonora do filme "The Adventures of Ford Fairlane". "Scarborough Fair", cover de Simon &amp;amp; Garfunkel, é lado B de "Rage for Order", assim como "Dirty Lil' Secret" é de "Promised Land".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAJVU0X9JI/AAAAAAAAATA/3JUVAMdED-g/s1600/queensryche_empire-20thanniversary.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539437803635995794" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAJVU0X9JI/AAAAAAAAATA/3JUVAMdED-g/s320/queensryche_empire-20thanniversary.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Para comemorar as duas décados do lançamento do disco, a EMI lançou a "20th Anniversary Edition", um box bem bacana com o CD remasterizado de 2003, fotos em preto e branco de cada integrante e um disco extra com nove músicas tiradas do show no Hammersmith Odeon, em Londres, no dia 15 de novembro de 1990 – sim, o mesmo de onde saiu a íntegra do "Operation: Mindcrime" na edição de luxo que chegou às lojas em 2006. Ou seja, agora você pode juntar tudo no seu iPod e ter o show completo. Para fechar, uma curiosidade: a voz na secretária eletrônica em "Another Rainy Night (Without You)" é de Randy Gane, tecladista que acompanhou o Queensrÿche na turnê do "Rage for Order" e anos mais tarde participaria do álbum "American Soldier"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas bônus (2003)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.Last Time in Paris (DeGarmo/Tate) – 3'52"&lt;br /&gt;13. Scarborough Fair (Simon/Garfunkel) – 3'51"&lt;br /&gt;14. Dirty Lil' Secret (DeGarmo/Tate) – 4'07"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas bônus (2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Resistance (Tate/Wilton) – 4'33"&lt;br /&gt;16. Walk in the Shadows (DeGarmo/Tate/Wilton) – 3'56"&lt;br /&gt;17. Best I Can (DeGarmo) – 5'16"&lt;br /&gt;18. Empire (Tate/Wilton) – 5'11"&lt;br /&gt;19. Thin Line (DeGarmo/Tate/Wilton) – 5'43"&lt;br /&gt;20. Jet City Woman (DeGarmo/Tate) – 5'30"&lt;br /&gt;21. Roads to Madness (DeGarmo/Tate/Wilton) – 9'32"&lt;br /&gt;22. Silent Lucidity (DeGarmo) – 5'43"&lt;br /&gt;23. Hand on Heart (DeGarmo/Tate/Wilton) – 5'17"&lt;br /&gt;24. Take Hold of the Flame (DeGarmo/Tate/Wilton) – 5'10"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-4570962266074169191?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/4570962266074169191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=4570962266074169191&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/4570962266074169191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/4570962266074169191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-empire.html' title='Queensrÿche - Empire'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TOAJkVJIWbI/AAAAAAAAATI/DV0uIJNohGc/s72-c/queensryche_empire.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-1168982694790384316</id><published>2010-11-13T20:57:00.015-02:00</published><updated>2011-02-20T02:14:16.819-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Operation: Mindcrime</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8rQmQCfjI/AAAAAAAAASw/htzAwfjSHKI/s1600/queensryche_operationmindcrime.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539193630834720306" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8rQmQCfjI/AAAAAAAAASw/htzAwfjSHKI/s320/queensryche_operationmindcrime.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Operation: Mindcrime &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 03/05/1988&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: EMI&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Peter Collins&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 59'04"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento #1&lt;/em&gt;: 10/06/2003&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento #2&lt;/em&gt;: 20/06/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. I Remember Now (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 1'17"&lt;br /&gt;2. Anarchy-X (Chris DeGarmo) – 1'27"&lt;br /&gt;3. Revolution Calling (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'42"&lt;br /&gt;4. Operation: Mindcrime (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'43"&lt;br /&gt;5. Speak (Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'42"&lt;br /&gt;6. Spreading the Disease (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'07"&lt;br /&gt;7. The Mission (Chris DeGarmo) – 5'46"&lt;br /&gt;8. Suite Sister Mary (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 10'41"&lt;br /&gt;9. The Needle Lies (Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'08"&lt;br /&gt;10. Electric Requiem (Scott Rockenfield/Geoff Tate) – 1'22"&lt;br /&gt;11. Breaking the Silence (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'34"&lt;br /&gt;12. I Don’t Believe in Love (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'23"&lt;br /&gt;13. Waiting for 22 (Chris DeGarmo) – 1'05"&lt;br /&gt;14. My Empty Room (Geoff Tate/Michael Wilton) – 1'28"&lt;br /&gt;15. Eyes of a Stranger (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 6'39"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dos experimentalismos em "Rage for Order", naturalmente houve quem pegasse o novo disco do Queensrÿche com certa desconfiança. E a banda mostraria mais uma vez que as regras criativas em seu trabalho são ilimitadas, ratificando aqui a necessidade de não se repetir de um álbum para o outro. E a mudança com "Operation: Mindcrime" também foi radical. O visual voltou a ficar mais sóbrio, e o som, mais pesado e menos progressista. No entanto, houve um meio termo entre o que havia sido feito no passado: as influências de rock progressivo foram trazidas para dentro do heavy metal, e não o contrário. Até porque o álbum é conceitual, característica adotada por artistas e bandas como King Diamond (em 99% de sua carreira solo) e Iron Maiden (com "Seventh Son of a Seventh Son", no mesmo ano), e anos mais tarde por nomes como Kamelot, Pain of Salvation e, vejam só, Dream Theater e Fates Warning.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em "Operation: Mindcrime" não há histórias de horror ou a luta entre o bem o mal, apesar de um maniqueísmo com um quê de "1984", genial obra de George Orwell. A trama é centrada em quatro personagens pertencentes a uma organização criminosa: o líder, Dr. X; o viciado Nikki; Padre William, cuja Igreja é usada como fachada para operações ilegais; e Irmã Mary, uma ex-prostituta tirada das ruas. O enredo inclui lavagem cerebral, tráfico de drogas, aspectos sujos da religião e política, assassinato et cetera. No resumo da ópera, a organização começa a ruir quando Nikki se apaixona por Mary e a recíproca se torna verdadeira. A freira era obrigada a manter relações sexuais com Padre William, e o garoto acaba se tornando uma ameaça ao esquema do Dr. X. Assim, este manda matá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta "Quem matou Mary?" tornou-se a grande dúvida de todo álbum, e foram necessários quase 18 anos para que os fãs conhecessem a resposta. As letras deixam margem para várias interpretações, e acompanhar a história com o encarte nas mãos é muito mais interessante do que as explicações neste e no parágrafo anterior – mas, lembre-se, não foi nem mesmo necessário esperar pela sequência da obra, pois a turnê realizada em 2006, com o disco sendo tocando (e encenado) na íntegra, entregou a resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Musicalmente, "Operation: Mindcrime" pode ser descrito da mesma maneira que a revista inglesa Metal Hammer: "O melhor disco conceitual da História do heavy metal". Mesmo tentando abdicar do conceito de verdade absoluta, que não deixa de ser subjetivo, é absolutamente válido afirmar que o álbum é realmente uma das maiores obras-primas do estilo em todos os tempos – em tempo: à época, Bruce Dickinson declarou ter certeza de que o Iron Maiden havia lançado o disco conceitual definitivo do metal, isso até escutar "Operation: Mindcrime".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vinheta "I Remember Now" é o abre para "Anarchy-X", instrumental composta dois anos antes e que se chamava "Rage for Order", tendo sido apresentada ao vivo na turnê do disco homônimo. O clima é preparado para uma sequência arrasadora: "Revolution Calling", "Operation: Mindcrime", "Speak" e "Spreading the Disease". Canções empolgantes, com refrãos bem construídos e um trabalho primoroso dos músicos – e mais uma vez a produção, desta vez a cargo de Peter Collins (Rush), tem papel importante na sonoridade, assim como o trabalho de orquestração de Michael Kamen, que já havia trabalhado com a banda em "The Warning".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a parede sonora é técnica sem ser exibicionista, muito mais preocupada em belos arranjos e harmonias (sim, é possível mostrar virtuosismo sem ser autoindulgente), Geoff Tate dá uma aula. O que você ouve é alguém cantando, não dando aqueles agudinhos irritantes que a garotada escuta ainda hoje e acha o máximo. Há 22 anos ele já mostrava que abrir a boca não é abusar dos falsetes, um dos motivos por que "The Mission" e a épica "Suite Sister Mary" são espetaculares. Esta última traz um belíssimo dueto entre Tate e Pamela Moore, que interpreta a Irmã Mary, num dos melhores momentos de toda a carreira da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The Needle Lies", a faixa mais rápida do álbum, vem a seguir e prova a excelência do trabalho do início ao fim. "Electric Requiem", a instrumental "Waiting for 22" (um momento de muita inspiração de DeGarmo) e "My Empty Room" enriquecem a trinca que fecha o disco. "Breaking the Silence", "I Don't Believe in Love" e "Eyes of a Stranger" são clássicos absolutos da banda e sintetizam com louvor o que "Operation: Mincrime" representa: discoteca básica, essencial, um álbum recomendado a todos que gostam de heavy metal. Dos melhores, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8nSiKjLHI/AAAAAAAAASg/AssXQ7mdKsA/s1600/queensryche_1988.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539189266051181682" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8nSiKjLHI/AAAAAAAAASg/AssXQ7mdKsA/s320/queensryche_1988.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Chris DeGarmo - guitarra&lt;br /&gt;Scott Rockenfield – bateria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músico convidado: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pamela Moore – vocal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: A reedição de 2003 ganhou apenas duas faixas bônus, e os arquivos saíram do mesmo baú: gravações dos anos 90 (as fontes são apresentações em Londres – em 1990 ou 1994 – e nos EUA – em 1991). "My Empty Room" ficou belíssima com Rockenfield trabalhando na percussão, enquanto Tate dá outra interpretação à letra (no show em Londres, a banda emenda com uma versão arrebatadora de "Real World").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8qkEVbwtI/AAAAAAAAASo/0C8QJ8yRKrM/s1600/queensryche_operationmindcrime-deluxe.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; FLOAT: left; HEIGHT: 133px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539192865816298194" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8qkEVbwtI/AAAAAAAAASo/0C8QJ8yRKrM/s320/queensryche_operationmindcrime-deluxe.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;O mais interessante, no entanto, é a "Deluxe Edition" que chegou ao mercado em 2006. Em um box caprichado, temos o disco em sua versão remasterizada, a íntegra ao vivo do show no Hammersmith Odeon, em Londres, no dia 15 de november de 1990 (até então, inédita) e os 40 minutos do "Video: Mindcrime" pela primeira vez em DVD, além de mais cinco de making of. Imperdível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas bônus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. The Mission * (DeGarmo) – 6'11"&lt;br /&gt;17. My Empty Room ** (Tate/Wilton) – 2'43"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Live at the Hammersmith Odeon, London, UK (15 de novembro de 1990)&lt;br /&gt;** Live at the Astoria Theatre, London, UK (20 de outubro de 1994)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-1168982694790384316?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/1168982694790384316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=1168982694790384316&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/1168982694790384316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/1168982694790384316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-operation-mindcrime.html' title='Queensrÿche - Operation: Mindcrime'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8rQmQCfjI/AAAAAAAAASw/htzAwfjSHKI/s72-c/queensryche_operationmindcrime.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-1912965750998826932</id><published>2010-11-13T20:02:00.015-02:00</published><updated>2011-02-20T02:14:08.639-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Rage for Order</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8PBxtpH_I/AAAAAAAAASY/yF9CaEWAhQY/s1600/queensryche_ragefororder.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539162589888061426" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8PBxtpH_I/AAAAAAAAASY/yF9CaEWAhQY/s320/queensryche_ragefororder.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Rage for Order&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 12/12/1986&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: EMI&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Neil Kernon&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 45'42"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento&lt;/em&gt;: 10/06/2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Walk in the Shadows (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'34"&lt;br /&gt;2. I Dream in Infrared (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'18"&lt;br /&gt;3. The Whisper (Chris DeGarmo) – 3'36"&lt;br /&gt;4. Gonna Get Close to You (Lisa DalBello) – 4'37"&lt;br /&gt;5. The Killing Words (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 3'56"&lt;br /&gt;6. Surgical Strike (Chris DeGarmo/Michael Wilton) – 3'23"&lt;br /&gt;7. Neue Regel (Chris DeGarmo/Geoff Tate) – 4'55"&lt;br /&gt;8. Chemical Youth (We Are Rebellion) (Geoff Tate/Michael Wilton) – 4'15"&lt;br /&gt;9. London (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 5'06"&lt;br /&gt;10. Screaming in Digital (Chris DeGarmo/Geoff Tate/Michael Wilton) – 3'37"&lt;br /&gt;11. I Will Remember (Chris DeGarmo)- 4'25"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O EP autointitulado e o álbum "The Warning" fizeram o Queensrÿche cair nas graças da crítica especializada, principalmente europeia, uma vez que a banda em nada lembrava o metal que começava a tomar conta dos Estados Unidos. Aliando peso a técnica e virtuosismo na medida certa, o quinteto resolveu dar um passo mais ousado em seu novo trabalho. E à época muitos acharam que "Rage for Order" foi um passo maior do que a perna. Hoje, conceitos revistos, o disco é considerado visionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda levou a sonoridade de "The Warning" a outros patamares, tornando-a mais pomposa, ainda mais técnica e com grande participação de teclados, tudo sem a necessidade de composições mais longas, mesmo suítes. Analisando friamente, o Rush deu o pontapé inicial no que viria a ser chamado de progressive metal, mas foi o Queensrÿche que pavimentou o caminho. Não é exagero dizer que, não fosse "Rage for Order", grupos como Fates Warning e Dream Theater não seriam o que são hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Walk in the Shadows" abre o disco e chega a enganar o ouvinte. É a faixa que mais se aproxima dos dois trabalhos anteriores, mas uma audição mais atenta já aponta para as mudanças. O instrumental já fugia do lugar comum, sem resquício de nenhum dos clichês presentes em "The Warning" – sim, o grupo ainda tinha um quê de Iron Maiden bem lá no início. Chris DeGarmo e Michael Wilton são a maior prova da mudança. O trabalho dos guitarristas é simplesmente brilhante. Excelentes riffs (muitas vezes dois diferentes numa mesma música, tocados paralelamente) e solos de tirar o fôlego, alternados e dobrados. "Surgical Strike", a belíssima "London" e a já citada "Walk in the Shadows" são irretocáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a influência de rock progressivo é sentida não apenas no maior uso dos teclados, mas também nos efeitos sonoros e arranjos – e a produção de Neil Kernon ressalta perfeitamente todos os detalhes. "I Dream in Infrared", "Neue Regel" e "Screaming in Digital" são bons exemplos, e outro grande destaque é a balada "I Will Remember", precursora de "Silent Lucidity" e que traz um belíssimo solo de violão de DeGarmo e Wilton (anos mais tarde praticamente copiado pelo Helloween em "In the Middle of a Heartbeat"). Como falar de Geoff Tate é chover no molhado, uma menção tem de ser dada ao genial Scott Rockenfield, baterista de talento e criatividade ímpares. Em "The Whisper", ele transforma uma canção de andamento 4/4 em 12/8 graças a uma quiáltera no contratempo. Inteligência e bom gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Rage for Order" é um divisor de águas dentro do heavy metal, mas nem tudo é perfeito. O visual exageradamente futurista beira o ridículo, algo que a própria banda assumiria depois, e "Gonna Get Close to You" destoa de todo o álbum. De autoria da canadense Lisa Dal Bello, originalmente gravada no álbum "Whomanfoursay" (1984), é o único cover gravado pela banda em discos autorais. De interessante, apenas a ponte antes do refrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a influência do álbum ainda gera dúvidas, alguns exemplos são válidos. Ouça o Stratovarius em "0030366", do disco "Fourth Dimension". É plágio descarado de "Screaming in Digital". Ou "We Only Say Goodbye", do Fates Warning em "Parallels". É cópia colorida, autenticada e com firma reconhecida de "London". Quando muito se falou que Iron Maiden, com "Somewhere in Time", e Judas Priest, com "Turbo", levaram as guitarras sintetizadas e os teclados para o heavy metal, o Queensrÿche fizera isso bem antes. Exagero? Steve Harris e sua camisa com a capa de "Rage for Order" durante a Somewhere on Tour não deixam dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8OscuHpMI/AAAAAAAAASI/iskLbJO6psU/s1600/queensryche_1986.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539162223475664066" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8OscuHpMI/AAAAAAAAASI/iskLbJO6psU/s320/queensryche_1986.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal e teclados&lt;br /&gt;Scott Rockenfield – bateria&lt;br /&gt;Chris DeGarmo - guitarra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTNHAS&lt;/strong&gt;: Ao longo dos anos, "Rage for Order" foi lançado com cinco capas diferentes, mudando apenas a tonalidade das cores, não o desenho – quatro para os EUA, sendo uma para a fita K7, e uma última para o Japão. Na imagem abaixo, da esquerda para a direita: 1) a mais conhecida mundialmente; 2) a segunda usada para o mercado mundial; 3) a capa lançada no Japão; 4) a primeira versão para os EUA; e 5) a arte da fita K7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8Oh36Re5I/AAAAAAAAASA/beU8b1XJLT0/s1600/queensryche_ragefororder-capas.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 62px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539162041795836818" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8Oh36Re5I/AAAAAAAAASA/beU8b1XJLT0/s320/queensryche_ragefororder-capas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O relançamento remasterizado, de 2003, trouxe quatro faixas bônus. Um remix totalmente desnecessário de "Gonna Get Close to You", uma ótima versão semiacústica de "I Dream in Infrared" e mais duas faixas ao vivo, com destaque para "The Killing Words", com o mesmo arranjo do MTV Unplugged.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas bônus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Gonna Get Close to You (12" version) (DalBello) – 5'46"&lt;br /&gt;13. The Killing Words * (DeGarmo/Tate) – 4'10"&lt;br /&gt;14. I Dream in Infrared (1991 acoustic remix) (Tate/Wilton) – 4'02"&lt;br /&gt;15. Walk in the Shadows ** (DeGarmo/Tate/Wilton) – 3'39"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Live at the Astoria Theatre, London, UK (20 de outubro de 1994)&lt;br /&gt;** Live at Madison &amp;amp; LaCrosse, WI (10-12 de maio de 1991)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-1912965750998826932?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/1912965750998826932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=1912965750998826932&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/1912965750998826932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/1912965750998826932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-rage-for-order.html' title='Queensrÿche - Rage for Order'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8PBxtpH_I/AAAAAAAAASY/yF9CaEWAhQY/s72-c/queensryche_ragefororder.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-563729162006770421</id><published>2010-11-13T19:09:00.021-02:00</published><updated>2011-02-20T02:13:57.402-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - The Warning</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8AVsEJ5uI/AAAAAAAAARw/Mfe_fQBQcsk/s1600/queensryche_thewarning.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539146439294838498" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8AVsEJ5uI/AAAAAAAAARw/Mfe_fQBQcsk/s320/queensryche_thewarning.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;The Warning&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Data de lançamento&lt;/em&gt;: 07/09/1984&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: EMI&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: James Guthrie&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 48’41”&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento&lt;/em&gt;: 10/06/2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Warning (Michael Wilton/Geoff Tate) – 4'45"&lt;br /&gt;2. En Force (Chris DeGarmo) – 5'15"&lt;br /&gt;3. Deliverance (Michael Wilton) – 3'20"&lt;br /&gt;4. No Sanctuary (Geoff Tate/Chris DeGarmo) – 6'05"&lt;br /&gt;5. NM 156 (Geoff Tate/Michael Wilton/Chris DeGarmo) – 4'40"&lt;br /&gt;6. Take Hold of the Flame (Geoff Tate/Chris DeGarmo) – 4'56"&lt;br /&gt;7. Before the Storm (Michael Wilton/Geoff Tate) – 5'13"&lt;br /&gt;8. Child of Fire (Michael Wilton/Geoff Tate) – 4'33"&lt;br /&gt;9. Roads to Madness (Michael Wilton/Geoff Tate/Chris DeGarmo) – 9'54"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a ótima repercussão do EP e de contrato assinado nas mãos, o Queensrÿche seguiu para Londres, Inglaterra, onde gravaria no lendário Abbey Road o seu primeiro full-length com o produtor James Guthrie, mais conhecido por sua participação em álbuns do Pink Floyd (é dele o trabalho por trás da mesa de som, como engenheiro e co-produtor, em "The Wall"). O disco seria engrandecido também por Michael Kamen (1948-2003), outro velho colaborador de Roger Water, David Gilmor e companhia, nas orquestrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo maravilhoso para uma banda com pouco tempo de vida e que só caíra na estrada após a assinatura do contrato, justamente para testar o que já havia gravado e aquele que seria o material do novo disco. Mas houve um porém. Apesar de o álbum ser excepcional, a mixagem a cargo de Val Garay deixou a desejar, principalmente no que se refere ao peso das guitarras. Tudo bem, o Queensrÿche já começava aqui a flertar com o rock progressivo, mas na essência ainda era uma banda de heavy metal. E foi esta essência, com um toque musical mais refinado, que fez com que o quinteto chamasse ainda mais atenção. Da abertura com "Warning" ao encerramento com a épica "Roads to Madness", tudo foi feito milimetricamente com cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arranjos e refrãos casavam perfeitamente com letras bem acima da média do que era feito à época, como no caso de "NM 156". Esta, aliás, um dos momentos mais inspirados de Michael Wilton. As guitarras, aliás, só não eram o ponto alto do disco porque havia um sujeito chamado Geoff Tate ao microfone. Wilton e Chris DeGarmo brilhavam com riffs bem construídos e solos – ora individuais, ora dobrados – de exremo bom gosto. "Deliverance", "No Sanctuary" e "Child of Fire" sintetizam tudo isso muito bem, conduzidas igualmente pela bateria poderosa do espetacular Scott Rockenfield e das criativas linhas de baixo de Eddie Jackson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma única música conseguiu a difícil tarefa de se destacar e virar hino: "Take Hold of the Flame". Não há o que tirar daquilo que já nasceu perfeito, e a composição de DeGarmo e Tate é um destes casos raros. Para quem é fã, difícil não se arrepiar com a introdução e a performance de Tate, que à aquela altura entrava facilmente no rol dos grandes vocalistas de metal. Fora o refrão feito sob medida. E a reputação que começou a ser construída com o EP autointitulado ganhou força com "The Warning". Era difícil imaginar que o Queensrÿche fosse um grupo americano, mesmo que da chuvosa Seattle, distante do metal que surgia na Califórnia. E eles levaram isso a sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8CTGvSjBI/AAAAAAAAAR4/21j805RZ2js/s1600/queensryche_1984.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539148593938730002" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8CTGvSjBI/AAAAAAAAAR4/21j805RZ2js/s320/queensryche_1984.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Chris DeGarmo - guitarra&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: No Brasil, o LP fez parte do primeiro pacote "Heavy Metal Attack", lançado pelo EMI em 1984. Além do Queensrÿche, chegaram às prateleiras das lojas os primeiros ou então recentes discos do Great White (autointitulado), Helix ("Walkin' the Razor's Edge"), Icon (autointitulado), Iron Maiden ("Powerslave") e W.A.S.P. (autointitulado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remasterizado, "The Warning" voltou às lojas em 2003 no mesmo pacote que incluiu todos os trabalhos da banda pela EMI. Encarte com textos, fotos e imagens de memorabília, além de três faixas bônus. Mas nem assim foi incluída a versão original de "The Prophecy", que havia ficado fora do álbum, mas sim a regravação feita nas sessões de "Rage for Order". Além dela, duas músicas ao vivo, gravadas na década de 90, com destaque para "The Lady Wore Black", apresentada com o mesmo arranjo do MTV Unplugged.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas bônus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Prophecy (DeGarmo/Tate) – 4'00"&lt;br /&gt;11. The Lady Wore Black * (DeGarmo/Tate) - 5'23"&lt;br /&gt;12. Take Hold of the Flame ** (Tate/DeGarmo) - 5'06"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Live at the Astoria Theatre, London, UK (20 de outubro de 1994)&lt;br /&gt;** Live at Madison &amp;amp; LaCrosse, WI (10-12 maio de 1991)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-563729162006770421?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/563729162006770421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=563729162006770421&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/563729162006770421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/563729162006770421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-warning.html' title='Queensrÿche - The Warning'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN8AVsEJ5uI/AAAAAAAAARw/Mfe_fQBQcsk/s72-c/queensryche_thewarning.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12725551.post-8314857652541033692</id><published>2010-11-13T18:35:00.023-02:00</published><updated>2011-02-20T02:13:42.775-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Queensrÿche - Queensrÿche EP</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN76lREyX6I/AAAAAAAAARg/RPp9BXT0los/s1600/queensryche_1983.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN747qTDEcI/AAAAAAAAARQ/odhceI9T6Fo/s1600/queensryche_queensryche.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539138295562441154" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN747qTDEcI/AAAAAAAAARQ/odhceI9T6Fo/s320/queensryche_queensryche.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Queensrÿche EP&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lançamento&lt;/em&gt;: maio de 1983&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gravadora&lt;/em&gt;: 206 Records (independente)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Produção&lt;/em&gt;: Queensrÿche&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Duração&lt;/em&gt;: 17’49”&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento #1&lt;/em&gt;: 1988 (EMI)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relançamento #2&lt;/em&gt;: 10/06/2003 (EMI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Queen of the Reich (Chris DeGarmo) – 4'25"&lt;br /&gt;2. Nightrider (Chris DeGarmo/Michael Wilton) – 3'49"&lt;br /&gt;3. Blinded (Chris DeGarmo/Michael Wilton) – 3'07"&lt;br /&gt;4. The Lady Wore Black (Geoff Tate/Chris DeGarmo) – 6'28"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro trabalho do Queensrÿche nada mais era do que o projeto de Chris DeGarmo, Michael Wilton, Eddie Jackson e Scott Rockenfield. Oriundos do The Mob (sim, uma referência ao clássico "Mob Rules", do Black Sabbath), o quarteto estava para entrar no Triad Studios, em Redmond, Washington, mas não tinha um vocalista. O problema foi parcialmente resolvido com o convite feito a Geoff Tate, que vinha chamando atenção na cena local com passagens por grupos como Babylon e Myth. Entusiasta do rock progressivo, Tate, no entanto, não aceitou prontamente ser considerado um integrante fixo de uma banda cujo som era puramente calcado no heavy metal – mais britânico, diga-se, de nomes como Iron Maiden e Judas Priest.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a química passou a funcionar com os cinco no estúdio, e um dos primeiros clássicos da banda surgiu assim: escrita por DeGarmo, "The Lady Wore Black" não tinha letra, e Tate assumiu a responsabilidade de dar forma final à canção. Curiosamente, os assobios no início da música não foram gravados intencionalmente, mas se encaixaram tão bem que acabaram mantidos. Das outras três músicas previamente compostas, o grande destaque é "Queen of the Reich", o cartão de visitas com riffs poderosos, bateria demolidora, solos dobrados e um vocal impecável para os padrões da época – isso porque hoje os agudos já soam exagerados para muitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nightrider" e "Blinded", que completam o EP, não ficam atrás em termos de qualidade, apresentando um instrumental mais complexo, que ficaria ainda mais refinado com o passar dos primeiros anos. A primeira chama atenção pelo bom trabalho de guitarras e baixo, assim como um andamento uptempo para fazer a cabeça dos headbangers (literalmente falando). E a bolacha com apenas quatro canções acabou alçando o quinteto a um lugar de destaque entre os grupos emergentes – sim, quinteto, pois a repercussão fez com que Tate aceitasse se juntar definitivamente ao Queensrÿche. Lançado pela 206 Records, selo independente fundado pelo própria banda junto aos empresários na época, Kim e Diana Harris, o EP autointitulado alcançou a marca de 20.000 cópias vendidas, muito em parte graças à excelente resenha publicada na Kerrang! inglesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos meses depois, o Queensrÿche assinava com a EMI America, que relançou imediatamente o EP. Detalhe importante: até então a banda não havia feito um show sequer, e o trabalho de estreia, agora lançado por uma grande gravadora, ultrapassou 350.000 unidades vendidas em todo o mundo. Foi a primeira etapa para o quinteto dar um passo maior: um full-length e a consequente turnê de promoção, ganhando da imprensa especializada a alcunha de "a mais inglesa das bandas americanas de heavy metal".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN763nS-Z2I/AAAAAAAAARo/kyBgfd4NA5g/s1600/queensryche_1983.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539140425060607842" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN763nS-Z2I/AAAAAAAAARo/kyBgfd4NA5g/s320/queensryche_1983.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Chris DeGarmo - guitarra&lt;br /&gt;Michael Wilton - guitarra&lt;br /&gt;Geoff Tate - vocal&lt;br /&gt;Eddie Jackson - baixo&lt;br /&gt;Scott Rockenfield - bateria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CURTINHAS&lt;/strong&gt;: "Queensrÿche" foi lançado pela primeira vez em CD em 1988, e a edição vinha com um bônus: "The Prophecy", sobra de estúdio de "Rage for Order", segundo disco de estúdio da banda, de 1986. A música, no entanto, é uma composição antiga, mais precisamente das sessões de gravação de "The Warning", o primeiro álbum, de 1984. Esta versão apareceu pela primeira vez na trilha sonora do filme "The Decline of Western Civilization Part II: The Metal Years", dirigido por Penelope Spheeris e lançado em 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2003, com o grupo já fora da EMI, todo o catálogo lançado por esta gravadora ganhou versões remasterizadas com vários bônus e encartes ricos em fotos e textos adicionais. O EP voltou às lojas com as suas quatro músicas originais mais a íntegra do áudio do home video "Live in Tokyo", pérola lançada em 1985 – mas gravado em 5 de agosto de 1984, no Nihon Seinen-kan, ou seja, antes de o álbum de estreia ser lançado. Fora de catálogo, infelizmente nunca recebeu uma versão em DVD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixas bônus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Nightrider (DeGarmo/Wilton) – 4'32"&lt;br /&gt;6. Prophecy (DeGarmo) – 3'59"&lt;br /&gt;7. Deliverance (Wilton) – 3'40"&lt;br /&gt;8. Child of Fire (Wilton/Tate) – 4'36"&lt;br /&gt;9. En Force (DeGarmo) – 5'47"&lt;br /&gt;10. Blinded (Wilton/DeGarmo) – 3'26"&lt;br /&gt;11. The Lady Wore Black (DeGarmo/Tate) – 7'01"&lt;br /&gt;12. Warning (Wilton/Tate) – 4'56"&lt;br /&gt;13. Take Hold of the Flame (Tate/DeGarmo) – 5'12"&lt;br /&gt;14. Queen of the Reich (DeGarmo) – 5'21"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12725551-8314857652541033692?l=danieldutra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danieldutra.blogspot.com/feeds/8314857652541033692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12725551&amp;postID=8314857652541033692&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/8314857652541033692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12725551/posts/default/8314857652541033692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danieldutra.blogspot.com/2010/11/queensryche-queensryche-ep.html' title='Queensrÿche - Queensrÿche EP'/><author><name>Daniel Dutra</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://4.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TMudSNDGxWI/AAAAAAAAAQo/6zAlC2jvxcQ/S220/avatar.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Zw4pr9A6WFo/TN747qTDEcI/AAAAAAAAARQ/odhceI9T6Fo/s72-c/queensryche_queensryche.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
